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31 julho 2026

Maratona: "Toy Story 3" ensina que crescer é aprender a deixar ir

Woody, Buzz Lightyear e os demais enfrentam mudanças que colocam sua amizade à prova (Fotos: Pixar)
 
 

Marcos Tadeu
Parceiro do blog Jornalista de Cinema

 
Na sequência de nossa maratona temos "Toy Story 3", que chegou aos cinemas em 2010 com orçamento de US$ 200 milhões e se tornou o primeiro longa de animação a ultrapassar US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais. 

Andy (voz de John Morris) cresceu e está indo para a faculdade. Ele precisa decidir o que fazer com seus antigos brinquedos. Quando Woody, Buzz e a turma vão parar na creche Sunnyside, descobrem que o lugar não é tão perfeito quanto parece. 


Agora, precisam escapar de um novo inimigo e encarar a difícil despedida de Andy. O grande mérito do filme está em fechar de maneira emocional a história do jovem e trabalhar com maturidade a passagem da infância para a vida adulta. 

Woody, Buzz e os demais enfrentam mudanças que colocam sua amizade à prova, principalmente o cowboy, que inicialmente só quer manter todos juntos em casa.


O urso de pelúcia Lotso é uma das grandes surpresas da nova animação. Aparentemente fofo, ele carrega um histórico de abandono e ressentimento que o transforma em um líder cruel e totalitário. 

O elenco reúne novamente a maioria dos dubladores do primeiro e do segundo filmes como Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz), Joan Cusack (Jessie), Don Rickles (Sr. Cabeça de Batata), Estelle Harris (Sra. Cabeça de Batata), Wallace Shawn (Rex), John Ratzenberger (Porquinho), Laurie Metcalf (Mãe de Andy) e Annie Potts (Betty). 


Mas trouxe também novos nomes como Emily Hahn (Bonnie), Ned Beatty (Lotso), Michael Keaton (o boneco Ken), Jodi Benson (Barbie), Whoopi Goldberg (Stretch), Kristen Schaal (Trixie) e Blake Clark (que substituiu Jim Varney, falecido em 2000 e que fazia a voz de Slinky), entre outros.

Na dublagem brasileira, os personagens ganharam as vozes de Marco Ribeiro, Guilherme Briggs, Mabel Cezar, Pádua Moreira, Alfredo Martins, Carmen Sheila, Marco Antônio Costa, Reginaldo Primo, Carlos Gesteira, Duda Ribeiro, Olavo Cavalheiro, Renata Ferreira, Sheila Dorfman, Fernanda Bullara e Miriam Ficher, respectivamente.


O ponto negativo de "Toy Story 3" está na fórmula repetida. Mais uma vez, os brinquedos são separados e precisam enfrentar uma situação perigosa para conseguirem voltar juntos. 

Bonnie, a nova criança que passa a fazer parte dessa história, também poderia ter recebido mais espaço para desenvolver sua relação com os brinquedos.


Ainda assim, "Toy Story 3" funciona justamente porque entende que crescer também significa aprender a deixar ir. O filme recebeu cinco indicações ao Oscar e venceu Melhor Animação e Melhor Canção Original, além de ter sido indicado a Melhor Filme. 

No fim, a despedida de Andy e dos brinquedos se tornou um dos momentos mais marcantes da Pixar: uma conclusão honesta, que permanece na memória e no coração mesmo quando a vida adulta chega e precisamos seguir nossas próprias escolhas.

Saiba mais sobre os outros filmes da franquia que estão disponíveis no Disney Plus clicando nos links: "Toy Story" (1995), "Toy Story 2" (1999), "Toy Story 4" (2019) e o mais recente, ainda no cinema, "Toy Story 5".


Ficha técnica:
Direção: Lee Unkrich
Produção: Pixar Animation Studio
Distribuição: Buena Vista Pictures Distribution
Exibição: Disney+
Duração: 1h40
Classificação: Livre
País: EUA
Gêneros: animação, aventura, comédia, infantil

30 julho 2026

Maratona "Toy Story 2" — O que importa é ser um brinquedo amado por uma criança

Continuação apresentou melhorias significativas na qualidade da animação, especialmente nas texturas, expressões faciais e movimentação dos personagens  (Fotos: Pixar) 
 
 

Marcos Tadeu
Parceiro do blog Jornalista de Cinema

 
Sequência direta do primeiro filme, "Toy Story 2" chegou aos cinemas em 1999 com a difícil missão de manter a essência do original, explorando o que significa ser um brinquedo por meio da amizade entre Buzz Lightyear e Woody (novamente dublados por Tim Allen e Tom Hanks), ao mesmo tempo em que expande esse universo com uma nova história. 

Com um orçamento de US$ 90 milhões e uma bilheteria mundial de US$ 511,3 milhões, tornou-se a terceira maior arrecadação daquele ano e mais um grande sucesso comercial da Pixar.

A história gira em torno da descoberta de Woody sobre seu passado como estrela de um antigo programa de TV. Ao conhecer Jessie (voz de Joan Cusack), o cavalo Bala no Alvo (efeitos vocais de Frank Welker) e Pete Fedido (Kelsey Grammer), ele passa a questionar se deve permanecer ao lado de Andy e dos velhos amigos ou viver para sempre em um museu. 

Enquanto isso, Buzz e seus amigos embarcam em uma missão para resgatá-lo, invertendo a dinâmica do filme original. Lançada quatro anos após "Toy Story", a continuação apresentou melhorias significativas na qualidade da animação, especialmente nas texturas, iluminação, expressões faciais e movimentação dos personagens. 


Os cenários ficaram mais detalhados e a equipe conseguiu criar sequências mais complexas e dinâmicas, como a perseguição na loja Al's Toy Barn e a emocionante cena no aeroporto. O filme também demonstrou a evolução do RenderMan, software de renderização da Pixar que permitiu imagens mais sofisticadas e maior liberdade criativa para os animadores.

A qualidade técnica e narrativa da produção foi reconhecida com diversas premiações. "Toy Story 2" venceu o Globo de Ouro de Melhor Filme Musical ou Comédia em 2000 e conquistou vários Annie Awards, considerados os principais prêmios da indústria da animação. Vale lembrar que, naquela época, a categoria de Melhor Filme de Animação ainda não existia, sendo criada apenas alguns anos depois.

O grande mérito da continuação está na introdução de personagens carismáticos como Jessie, Bala no Alvo e Pete Fedido, ao mesmo tempo em que aprofunda a trajetória de Woody. 


O filme questiona o verdadeiro propósito de um brinquedo: ser preservado para sempre como peça de museu ou viver sua existência sendo amado por uma criança. Essa reflexão dá a narrativa uma maturidade emocional que vai muito além da aventura.

Outra novidade está na forma como o longa brinca com referências da cultura pop. A mais famosa delas envolve Buzz Lightyear e Zurg (Andrew Stanton). Durante o resgate de Woody, Buzz encontra seu maior inimigo e os dois recriam uma das cenas mais icônicas da história do cinema. 

Em uma clara homenagem a "Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca", Zurg revela a Buzz: "Eu sou seu pai". A piada funciona porque Buzz foi inspirado nos heróis das aventuras espaciais que marcaram as décadas de 1970 e 1980.


O filme também ri de si mesmo quando Buzz encontra uma fileira de outros Buzz Lightyear na loja de brinquedos. A cena satiriza a crise de identidade do primeiro filme ao mostrar que ele acreditava ser único quando, na verdade, era apenas mais um brinquedo produzido em massa. 

A brincadeira ganha força com a entrada de um astronauta semelhante na missão de resgate, criando situações divertidas e reforçando a confusão de identidades.

Um dos temas mais fortes de "Toy Story 2" é a busca por pertencimento e identidade. Diferentemente do primeiro filme, que explorava principalmente a amizade entre Woody e Buzz, a continuação questiona quem os brinquedos são e qual é seu verdadeiro propósito.

Agora amigos, eles não estão mais em conflito. A relação entre os dois amadureceu e serve como base para a narrativa. Enquanto o astronauta lidera a missão para resgatar o caubói, este passa por uma jornada interna ao descobrir que faz parte do antigo programa de televisão, "Woody's Roundup". 


Pela primeira vez, ele percebe que é mais do que o brinquedo favorito de Andy: é uma peça rara, com uma história e um legado próprios. É nesse momento que entram os novos personagens. Jessie carrega as marcas de ter sido abandonada por sua antiga dona e acredita que criar laços com crianças inevitavelmente leva ao sofrimento. Bala no Alvo demonstra uma lealdade incondicional a Woody, reforçando a ideia de pertencimento através dos vínculos. 

Já Pete Fedido representa o extremo oposto: por nunca ter sido escolhido por uma criança, acredita que o melhor destino para um brinquedo é ficar protegido em um museu, onde jamais será esquecido ou descartado.

A partir dessas diferentes perspectivas, Woody é colocado diante de uma escolha difícil. De um lado, a possibilidade de viver para sempre em um museu, sendo admirado e preservado como uma peça histórica. Do outro, continuar ao lado de Andy, sabendo que um dia será deixado para trás quando seu dono crescer.


A trilha sonora ficou novamente a cargo de Randy Newman, que ampliou os temas musicais apresentados no primeiro filme e ajudou a dar uma identidade emocional ainda mais forte à continuação. 

O grande destaque é a canção "When She Loved Me", interpretada por Sarah McLachlan, que recebeu indicação ao Oscar de Melhor Canção Original. A música acompanha a história de Jessie e se tornou uma das cenas mais emocionantes da história da animação, abordando sentimentos como abandono, saudade e passagem do tempo. A trilha também conta com novas versões de "You've Got a Friend in Me" e músicas inspiradas no universo de Woody's Roundup.

O que deixa a desejar é que a trama repete parte da estrutura do primeiro filme, com Woody novamente separado dos demais brinquedos e Buzz assumindo a liderança de uma missão de resgate. 

Além disso, personagens já conhecidos, como Rex (Wallace Shawn), Slinky (Jim Varney), Porquinho (John Ratzenberger) e Betty (Annie Potts), recebem pouco desenvolvimento, ficando em segundo plano para dar espaço aos novos integrantes da história. 


No fim, a mensagem é simples e poderosa: Woody descobre que ser um cowboy famoso, raro ou valioso não importa tanto quanto aquilo que sempre deu sentido à sua existência: brincar, criar memórias e fazer parte da vida de uma criança. Nenhuma coleção, museu ou reconhecimento pode substituir o sentimento de ser amado por seu dono.

É justamente nessa escolha que "Toy Story 2" encontra sua força emocional e se consolida como uma das melhores continuações da história da animação. Saiba mais sobre os outros filmes da franquia que estão disponíveis no Disney Plus clicando nos links: "Toy Story" (1995), "Toy Story 3" (2010), "Toy Story 4" (2019) e o mais recente, ainda no cinema, "Toy Story 5".


Ficha técnica:
Direção: John Lasseter, Ash Brannon, Lee Unkrich
Produção: Pixar Animation Studio
Distribuição: Buena Vista Pictures Distribution
Exibição: Disney+
Duração: 1h32
Classificação: Livre
País: EUA
Gêneros: animação, aventura, comédia, infantil

29 julho 2026

Maratona - "Toy Story": o que importa é ser brinquedo e compartilhar

Obra apresentou ao mundo uma nova forma de contar histórias animadas, ajudando a redefinir os rumos
deste gênero no cinema (Fotos: Pixar)
 
 

Marcos Tadeu
Parceiro do blog Jornalista de Cinema

 
Quem diria que uma história protagonizada por brinquedos poderia se transformar em um fenômeno de público e crítica? Lançado em 1995, "Toy Story - Um Mundo de Aventuras" não apenas conquistou espectadores de todas as idades, como também marcou definitivamente a história do cinema.

Levando cerca de quatro anos para ser produzido foi o primeiro longa-metragem da Pixar e também a primeira animação da história inteiramente realizada por computação gráfica (CGI).
 
Sob a direção de John Lasseter e com roteiro assinado por Joss Whedon, Andrew Stanton, Joel Cohen, Pete Docter e Alec Sokolow, a obra apresentou ao mundo uma nova forma de contar histórias animadas, ajudando a redefinir os rumos deste gênero no cinema.


Por trás desse avanço artístico, havia também uma base científica fundamental. Nomes como Ed Catmull e Alvy Ray Smith, cofundadores da Pixar Animation Studios, foram essenciais nesse processo. 

Catmull, especialista em computação gráfica, ajudou a desenvolver e aprimorar sistemas de imagem digital e a estruturar o pipeline de produção 3D que tornou o filme possível. 

Já Alvy Ray Smith contribuiu com fundamentos matemáticos e visuais que permitiram a criação de imagens digitais consistentes em larga escala. Sem esse tipo de engenharia, "Toy Story" simplesmente não existiria.

O resultado foi um sucesso imediato. Com um orçamento considerado modesto para os padrões de Hollywood — cerca de US$ 30 milhões — o filme arrecadou impressionantes US$ 394,4 milhões nas bilheterias mundiais. O desempenho consolidou o estúdio como uma das maiores forças da animação e abriu caminho para uma nova era do cinema animado.


Na história, o cowboy Woody (voz de Tom Hanks) é o brinquedo favorito de Andy e o líder entre os brinquedos do quarto. Sua rotina muda completamente quando Buzz Lightyear (Tim Allen), um moderno patrulheiro espacial, chega como presente de aniversário. 

O que começa como rivalidade logo se transforma em uma grande aventura, cheia de perigos, descobertas e amizade, enquanto tentam encontrar o caminho de volta para casa. 

No meio da jornada, eles cruzam com Sid (Erik von Detten), o vizinho de Andy, um garoto que desmonta brinquedos e cria invenções estranhas com suas peças. Presos na casa do destruidor, Woody e Buzz precisam encontrar uma forma de escapar antes que seja tarde demais.


O grande mote do longa está justamente na relação entre Woody e Buzz. Acostumado a ser o brinquedo favorito de Andy, o cowboy vê a chegada do astronauta como uma ameaça e faz de tudo para afastá-lo, chegando a provocar a queda dele pela janela. 

A atitude de Woody provoca revolta nos outros brinquedos, que passam a condená-lo pelo ocorrido. A partir daí, os dois são forçados a conviver e a enfrentar seus conflitos.

Existe aqui um interessante contraste entre gerações. Woody representa os brinquedos tradicionais, ligados ao Velho Oeste e a uma ideia mais artesanal de diversão. Já Buzz simboliza a modernidade, a tecnologia e o fascínio infantil por aventuras espaciais.


Esse choque fica ainda mais evidente na forma como Buzz acredita ser, de fato, um patrulheiro espacial, incapaz de aceitar sua condição de brinquedo.

É nesse ponto que surge uma das subtramas mais fortes do filme. Enquanto Woody insiste repetidamente em afirmar para Buzz “você é um brinquedo”, o astronauta luta para sustentar sua fantasia de missão espacial. O momento em que tenta voar para escapar da casa de Sid é o ponto de virada emocional da narrativa. 

Ao som de “I Will Go Sailing No More”, ele finalmente confronta a realidade e compreende que não é um herói espacial e sim mais uma das diversões de Andy. É uma cena melancólica e surpreendentemente madura para uma animação infantil, tratando identidade, aceitação e propósito com rara sensibilidade.


A partir desse conflito, "Toy Story" revela seu tema mais profundo: pertencimento e identidade. Esses dois conceitos não aparecem de forma abstrata, mas como experiências vividas dentro da própria dinâmica do grupo dos brinquedos. 

O filme constrói isso de maneira simples e precisa: quem pertence ao grupo nem sempre se sente pertencente, e quem é aceito pelo grupo nem sempre se reconhece dentro dele.

Woody é o principal exemplo dessa tensão. No início, ocupa uma posição de estabilidade como líder e brinquedo favorito de Andy. Existem harmonia e reconhecimento naquele universo. Porém, a chegada de Buzz desestabiliza essa estrutura. 

Depois do conflito com a queda do astronauta, Woody passa a ser visto com desconfiança pelos outros brinquedos. Ele continua fisicamente dentro do grupo, mas perde o reconhecimento emocional. Está presente, mas já não pertence plenamente. Esse deslocamento mostra que pertencimento não é automático: ele depende de confiança, validação e reconhecimento coletivo.


Buzz, por outro lado, vive o movimento inverso. Ele chega como um estranho, mas é rapidamente aceito pelos outros brinquedos. Sua aceitação, porém, não se baseia em quem ele realmente é, mas na imagem que representa: um brinquedo avançado e admirável. Ou seja, ele pertence ao grupo sem compreender esse pertencimento.

O astronauta vive uma crise de identidade, não se vê como brinquedo, mas como um patrulheiro espacial em missão. Isso cria uma ironia central: ele é aceito por todos, mas não se reconhece e vai precisar se desconstruir até que aceite sua realidade.

No fundo, "Toy Story" fala de algo profundamente humano: não basta fazer parte de um grupo para se sentir pertencente, e não basta ser reconhecido pelos outros para compreender a si mesmo. 


É nesse encontro entre perda de lugar e descoberta de si que o filme encontra sua força emocional mais profunda — e é aí que deixa de ser apenas um marco tecnológico para se tornar uma história sobre o que significa existir dentro de um mundo que também precisa te reconhecer.

Mas a conclusão dessa jornada vai além da identidade individual. O que "Toy Story" realmente revela é que o pertencimento só se completa quando existe aceitação — de si e do outro. É nesse ponto que Woody e Buzz deixam de ser apenas opostos e passam a ser parceiros.

Se no início representam choque de gerações, egos e visões de mundo, ao longo da narrativa constroem algo mais forte do que suas diferenças: uma amizade baseada na transformação mútua. 

Woody aprende a dividir espaço, perder o controle e reconhecer o valor do outro. Buzz, por sua vez, aprende a se aceitar sem abrir mão da coragem e do sentido de propósito que o define.


Não se trata apenas de estar no mesmo lugar, mas de construir um lugar em conjunto. A canção “Amigo Estou Aqui” sintetiza essa virada emocional de forma definitiva. 

Mais do que um tema musical, ela traduz apoio, presença e permanência mesmo diante das diferenças. Woody e Buzz descobrem que a força não está em competir por atenção, mas em caminhar lado a lado.

No fim, "Toy Story" não fala apenas sobre brinquedos de uma criança. Fala sobre vínculos que se formam quando dois mundos diferentes aprendem a coexistir, se transformar e se reconhecer. E é aí que tudo se fecha com simplicidade e força: amizade é quando o outro deixa de ser ameaça — e passa a ser parte de quem você é. 

Saiba mais sobre os outros filmes da franquia que estão disponíveis no Disney Plus clicando nos links: "Toy Story 2" (1999), "Toy Story 3" (2010), "Toy Story 4" (2019) e o mais recente, ainda no cinema, "Toy Story 5".


Ficha técnica:
Direção: John Lasseter
Produção: Pixar Animation Studio
Distribuição: Buena Vista Pictures Distribution
Exibição: Disney+
Duração: 1h17
Classificação: Livre
País: EUA
Gêneros: animação, aventura, comédia, infantil