segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Êxodo - Deuses e Reis: Uma versão mais realista do “Príncipe do Egito”

Christian Bale interpreta um Moisés guerreiro, que lutou pelos egípcios e depois contra eles para salvar os hebreus (Fotos: Fox Film/Divulgação)


Jean Piter 

O povo hebreu vive escravizado há 400 no Egito. O faraó teme que o número de escravos cresça a ponto de se sentirem fortes e se rebelarem. Ele então ordena que todos os bebês hebreus do sexo masculino sejam afogados. Moisés é colocado em uma cesta no rio, na esperança de ser salvo. O plano dá certo. O menino é resgatado pela irmã do faraó e criado na família real. Quando se torna adulto, ele recebe a missão de libertar o seu povo. 

Essa é uma história bem conhecida entre cristãos e judeus. E não é a primeira vez que a vida de Moisés vai parar nas telas do cinema. Além do clássico “Os Dez Mandamentos” (1956) com Charlton Heston, foi produzida também a animação da Dreamworks, “O Príncipe do Egito” (1998), sem falar em “Moisés” (1995) com Ben Kingsley no papel principal, filme lançado direto para a TV. A grande diferença de “Êxodo” é o realismo. 




O diretor Ridley Scott traz uma versão menos romantizada de Moisés; um herói mais humano em uma relação conflituosa com o deus dos hebreus. Os grandes acontecimentos bíblicos são mostrados de uma forma quase racional. O figurino e a maquiagem são bem acertados; soldados egípcios alinhados, escravos com roupas sujas, rostos queimados de sol, marcas de expressão, cabelos sujos e barbas compridas. Os efeitos especiais também são usados na medida certa. 

Christian Bale brilha mais uma vez no papel principal, guiando o povo hebreu rumo a Canaã, a Terra Prometida. Joel Edgerton segura bem no papel de “vilão”. A relação de amizade entre Moisés e Ramsés é um ponto que não deixa o filme ir ao extremo do bem contra o mal. 

Quase perfeito!

Depois que Mel Gibson fez “A Paixão de Cristo” (2004), os mais exigentes amantes do cinema nunca mais viram filmes épicos com os mesmos olhos. Ou melhor, com os mesmos ouvidos. Na produção, as falas são em latim e aramaico, línguas faladas na época. Sem falar que as cenas em que Cristo é chicoteado são de um realismo assustador. 

Em “Êxodo”, egípcios e hebreus falam inglês, o que é compreensível por se tratar de uma superprodução que tem ambição de se tornar um recordista de bilheteria. Também quase não há sangue nas batalhas, o que nem faz falta, já que a classificação é 14 anos. Esses dois pontos, porém, não tiram os méritos do filme. É grandioso e faltou pouco para ser perfeito. 

Ficha técnica:
Direção: Ridley Scott
Produção: Chernin Entertainment/Scott Free Productions
Distribuição: Fox Film do Brasil
Duração: 2h31
Gênero: Épico, Ação 
País: EUA/Reino Unido/Espanha
Classificação: 14 anos
Nota: 4,5 (0 a 5)

sábado, 27 de dezembro de 2014

Suspense, aventura e belas paisagens mineiras em "O Segredo dos Diamantes"

Ângelo, Julia e Carlinhos formam o trio que vão caçar o tesouro de diamantes perdido em Serro (Fotos: Quimera Filmes/Divulgação)

Maristela Bretas

Quem procura por uma boa diversão infanto-juvenil não pode deixar de conferir o mais recente filme do diretor Helvécio Ratton - "O Segredo dos Diamantes", em cartaz nos cinemas. Uma produção totalmente mineira feita com os temperos necessários para conquistar o cinema nacional e internacional. Do diretor aos atores, equipe técnica, produtora, tudo passa por Minas, principalmente as locações que reforçam os mistérios e desafios da história.

Helvécio Ratton conta que a ideia de fazer o filme surgiu de uma antiga história contada a ele por um morador de Diamantina, Seu Ângelo, como era mais conhecido. Ele passou durante décadas procurando por um tesouro perdido nas proximidades da cidade - 18 pratos de diamantes que haviam sido roubados pouco antes da carga ser embarcada para Lisboa na época do império. E nunca foram encontrados. 

A partir daí, nada como o dedo mágico do diretor e umas pitadas de lembranças da infância para nascer "O Segredo dos Diamantes".

Quem fala um pouco mais sobre o filme é o próprio Helvécio Ratton



Gravado na cidade de Serro, na Região Central do Estado, mas com locações também, em São Gonçalo, Guanhães, Moeda, Sabará e Belo Horizonte, "O Segredo dos Diamantes" conquistou de imediato o público quando foi exibido no Festival de Cinema de Gramado deste ano. E a primeira recompensa desta bela produção da Quimera Filmes foi a conquista do prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular.

A trama conta a saga de Ângelo (Matheus Abreu), um garoto de 14 anos que sobrevive a um acidente de carro com os pais quando seguiam para a casa da avó em Serro. Na cidade ele descobre uma antiga lenda sobre diamantes perdidos e reencontra a amiga Júlia (Rachel Pimentel), agora uma linda adolescente. E os dois resolvem procurar o tesouro e vão contar com a ajuda de um novo amigo, Carlinhos (Alberto Gouvea) nesta grande aventura.




Para isso, o trio terá de decifrar o enigma que envolve o desaparecimento dos diamantes e enfrentar um vilão que há anos procura o tesouro. No elenco estão ainda com Dira Paes e Nivaldo Pedrosa (como os pais de Ângelo) e os veteranos Rui Resende (Silvério), Rodolfo Vaz e a falecida Manoelita Lustosa (nos papéis de tio e avó de Ângelo), além de vários outros atores e moradores da cidade de Serro.

Matheus Abreu, que já tinha feito curso de teatro no grupo Galpão, fala de sua experiência na produção.




Alberto Gouvea, o mais carismático do grupo, se diz satisfeito com a premiação em Gramado.




Rachel Pimenta curtiu a participação no filme e os novos amigos que fez durante a produção



Construído ao longo de quatro anos de trabalho, o filme contou com a participação de mais de mil profissionais, sob a coordenação da produtora Simone Matos.

E se tudo isso não bastar para convencer a conferir o filme, Samuel Rosa, do Skank, deixou sua "forcinha", compondo a canção original - "Poeiras da Ilusão" -, em parceria com Chico Amaral.

"O Segredo dos Diamantes" está em cartaz nas salas Cineart dos shoppings Boulevard (14h30) e Via Shopping (13h20); Cinemark, do BH Shopping (14h10); Belas Artes Cinema (15h50, 17h50 e 19h50); e Shopping Contagem (15h20).

GALERIA DE FOTOS

Ficha técnica:
Direção: Helvécio Ratton
Produção: Quimera Filmes/Teleimage
Distribuição: Espaço Filmes
Duração: 1h26
Gênero: Aventura
País: Brasil
Classificação: 12 anos
Nota: 4,5 (0 a 5)

Tags: O Segredo dos Diamantes; Helvécio Ratton; Aventura; Quimera Filmes; Ação; Serro; Cinema no Escurinho

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

“Acima das Nuvens”: As estrelas também têm problema


Jean Piter Miranda

Será que as estrelas de Hollywood têm problemas? E se têm, será que são como os nossos? Se você já se perguntou isso, você precisa assistir “Acima das Nuvens” ("Clouds of Sils Maria"). O filme tem como personagem central Maria Enders (Juliette Binoche), uma atriz famosa e bem sucedida, na casa dos 40 anos de idade. Ela se vê em meio a uma série de acontecimentos que a deixam perturbada.

Tudo começa quando Maria vai à Suíça para receber um prêmio em nome de Wilhelm Melchior, autor de “A Serpente de Maloja”, filme que deu fama à atriz há 20 anos. Ela planejava aproveitar a viagem para visitar o autor, a quem considera um grande amigo. No caminho, ela recebe a notícia de que ele acabou de morrer.

Por sorte, Maria tem a seu lado a leal assistente pessoal Valentine (Kristen Stewart). A atriz enfrenta também um divórcio, com separação de bens e outras dores de cabeça.


Em meio a tudo isso, Maria recebe o convite, de um diretor renomado, para atuar no teatro, em uma releitura de “A Serpente de Maloja”. Só que dessa vez, ela deverá interpretar Helena, uma personagem secundária, e não mais a jovem Sigrid. Esse papel por sinal é oferecido a Jo-Ann Ellis (Chloë Moretz), a estrela teen hollywoodiana do momento.

Maria entra em um conflito interno ao ter que se desprender da personagem que lhe deu fama. Ela tem que aceitar que já não é tão bela e jovem quanto foi um dia. Tem que dividir o palco com uma novata e não ser mais o centro das atenções. Cumprir compromissos profissionais, avaliar novas propostas de trabalho e buscar novos desafios na carreira. Isso sem falar no reencontro com uma paixão do passado que partiu seu coração.





“Acima das Nuvens” estreia nos cinemas brasileiros no dia 1º de janeiro de 2015.

Atuações brilhantes

Juliette Binoche dá vida a uma Maria complexa, centrada, segura profissionalmente, que tem problemas como todo mundo, mas que não se descontrola. Uma atriz que já não se deslumbra com o sucesso e com o assédio da imprensa. Ela busca desafios em sua carreira e sentido em seu trabalho. Quer desafios. Quer se superar. Uma estrela que não quer viver como estrela, mas que também precisa alimentar o seu próprio ego. Uma atuação e tanto!

Kristen Stewart é uma coadjuvante que rouba a cena em vários momentos. Um papel bem comum e sem glamour. Talvez por isso, ela tenha se sentido tão à vontade, por não precisar ser bonita e sexy. Ela segura bem os diálogos reflexivos com Maria, dando naturalidade às cenas. Uma prova que ela tem talento e pode crescer muito na carreira.

E o que para muitos não chega a ser surpresa é o brilhantismo de Chloë Moretz. Ela faz uma estrela teen com uma arrogância realista, que não a impede ser amada. Ela consegue ser sarcástica, cordial, deslumbrada e inconsequente ao mesmo tempo, fugindo do clichê de uma adolescente superficial de Hollywood. É, sem dúvida, uma das melhores interpretações de sua carreira.

Ficha técnica:
Direção: Olivier Assayas
Produção: CG Cinéma / CAB Productions / Pallas Film / Arte France Cinéma
Distribuição: California Filmes
Duração: 2h04
Gênero: Drama
País: Suíça, França, Alemanha
Classificação: 14 anos
Nota: 4,5 (0 a 5)

Tags: Acima das Nuvens; Juliette Binoche; Kristen Stewart; Chloë Moretz; Olivier Assayas; California Filmes; drama; Cinema no Escurinho

domingo, 14 de dezembro de 2014

A trilogia "O Hobbit" chega ao fim em seu melhor filme, numa batalha épica

Jean Piter Miranda

Há exatamente um ano, o mago Gandlf (Ian McKellen) convidava o pacato Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) para viver uma grande aventura em “O Hobbit: Uma Jornada Inesperada (2012)”. Agora, em “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (2014)”, a expedição pela Terra Média chega ao fim, com uma batalha épica, como o próprio título indica.

No segundo filme, “O Hobbit: A Desolação de Smaug (2013)”, o dragão Smaug deixa a montanha de Erebor, onde dormia em cima de um tesouro amaldiçoado, e segue rumo à cidade dos homens. É nesse ponto que começa a nova história. Bard (Luke Evans) fica com a missão de enfrentar mais uma vez a fera. 

Enquanto isso, Thorin (Richard Armitage), o rei dos anões, ocupa a montanha com seu pequeno grupo para se apossar do local e da imensa quantidade de ouro e jóias lá depositada. Uma riqueza tamanha, mesmo em uma terra mágica, é claro, vai provocar discórdia.

A partir daí, o cenário está pronto: Elfos, anões e orcs ficam frente a frente pela disputa do tesouro e da montanha. Gandalf e Bilbo tentam de tudo para impedir a guerra.




Embora o filme tenha quase duas horas e meia de duração, a ação constante dá a impressão que o tempo passa bem rápido. Os elfos Legolas (Orlando Bloom) e Tauriel (Evangeline Lilly) têm seus momentos marcantes. Eles dão mais brilho à obra. Por outro lado, o personagem Alfrid (Ryan Gage) ganha um destaque questionável. Ele falha ao tentar trazer um pouco de humor para a história. Sua ausência no filme não seria percebida.

Pensando no que poderia ficar de fora e no que poderia ser suprimido, os mais exigentes poderão dizer que o segundo filme “A Desolação de Smaug” é desnecessário. Por outro lado, é compreensível que os estúdios queiram explorar ao máximo a franquia, até mesmo por se tratar de uma superprodução.

O diretor Peter Jackson acerta mais uma vez no uso dos recursos técnicos. Os cenários, quase sempre sombrios, são encantadores. Cidades em ruínas, fogo, neve, gelo, terras e montes exibem um belo visual que deixa os efeitos especiais bem realísticos. Esse talvez seja o ponto alto do filme.

Vale destacar também a amarração sob medida de “O Hobbit” com a trilogia “O Senhor dos Anéis”, que dá sequência à obra. Quando sobem os créditos na tela, a vontade que dá é de correr para o sofá para rever (ou ver) as aventuras vividas por Gandal e companhia na Terra Média em “O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel (2001)”, “O Senhor dos Anéis – As Duas Torres (2002)” e “O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei (2003)”


GALERIA DE IMAGENS

Ficha técnica:
Direção: Peter Jackson
Produção: New Line Cinema/Metro Goldwyn Mayer (MGM)/ WingNut Films/3Foot7
Distribuição: Warner Bros.Pictures
Duração: 2h24
Gênero: Ação, Fantasia, Aventura
País: EUA/Nova Zelândia
Classificação: 12 anos
Nota: 4,0 (0 a 5)

Tags: Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos; Warner Bros. Pictures; ação; fantasia; aventura; Cinema no Escurinho

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Rasas relações, solidão profunda

Ansel Elgort descobre o amor após conhecer uma jovem controlada pela mãe (Fotos: Paramount Pictures/Divulgação)

Mirtes Helena Scalioni

Com narração de Emma Thompson, que parece colocar a humanidade e o planeta Terra em seus devidos e insignificantes lugares, "Homens, Mulheres e filhos" retrata a sociedade moderna atolada em diálogos pobres de facebooks e whatsapps. Não foram poucas as pessoas que se lembraram de "Beleza Americana" quando assistiram ao instigante "Homens, Mulheres e Filhos". Não sem razão: ambos são o retrato impiedoso da sociedade americana - em princípio - que, por sua vez, espelha o que as famílias vivenciam em todo o mundo de hoje. Mais do que isso, ambos alertam para a falta de diálogo que campeia nestes tempos modernos e da consequente hipocrisia a que essa escassez leva.




Como em outros filmes mais ou menos recentes, a produção primeiro revela os personagens e seus dramas pessoais para, aos poucos, ir trançando as histórias. Estão lá um casal maduro em crise vivido por Adam Sandler e Rosemarie DeWitt, a mãe superprotetora (Jennifer Garner) que censura computador e celular da filha (Kaitlyn Dever), a mãe permissiva (Judy Greer) que entra num vale tudo para tornar a filha famosa, o adolescente solitário (Ansel Elgort) que prefere os jogos sexuais do seu lap top ao convívio dos amigos e colegas, a menina que aprende na internet a se tornar uma excelente anoréxica e por aí vai. Lá e cá, alguém cita Carl Sagan, o físico autor de "Pálido ponto azul", best seller que nos faz lembrar do quão pequenas são as nossas vidas, a humanidade, nosso planetinha.

O diretor canadense que assina o longa, Jason Reitman, sabe do que fala. É dele outro trabalho que tem a juventude como tema, "Juno". E mesmo não tratando só de jovens, "Homens, Mulheres e Filhos" escancara e desnuda grupos familiares sem pudores para repensar sobre a internet, hoje personagem principal de quase todas as famílias, para o bem ou para o mal.


É como se o diretor convidasse o espectador a refletir sobre as relações humanas a partir das redes sociais, seus poderes, confiabilidade e consequências. A falta de privacidade e, ao mesmo tempo, a oferta de verdadeiros self services de gente pela rede leva o público a se perguntar: aonde vamos parar?

O filme está em exibição na salas da rede Cineart dos shoppings Del Rey (19 horas), Boulevard (18h50) e Ponteio  (16h10 e 21 horas), Belas Artes Cinema (14 horas e 21h20) e salas Cinemark do BH Shopping (13h40) e Diamond Mall (16h10, 18h40 e 21h20). 
Classificação: 16 anos



Tags: Homens, Mulheres e Filhos; Adam Sandler; Emma Thompson; Ansel Elgort; Paramount Pictures, drama; Cinema no Escurinho

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Estreias de 2015 no Cinema - Parte 2

"Os Minions", "O Exterminador do Futuro -Gênesis"^, "Pan" e "Star Wars - O Despertar da Força" são os destaques a partir de junho (Montagem sobre fotos de divulgação)

Maristela Bretas

A partir de junho começam as estreias das continuações de grandes franquias que fizeram sucesso no passado e arrastam milhares de fãs aos cinemas. Na categoria animação, os bonequinhos mais fofos e engraçados dos últimos tempos vão contar sua história em "Os Minions", que entra em cartaz no dia 25 de junho

Muito, muito antes de Gru e de "Meu Malvado Favorito 1 e 2" eles já aprontavam e estavam sempre à procura de um grande vilão a quem pudessem servir. Agora ganharam um filme só para eles - "Os Minions", produção da Universal Pictures. Estes adoráveis seres amarelos unicelulares enfrentaram milhares de anos e agora perderam seu último mestre. Em busca de outro grande chefe, três deles - Kevin, Bob e Stuart (todas as vozes são do também diretor da produção Pierre Coffin) vão até uma convenção de vilões. E lá se encantam com Scarlet Overkill (voz de Sandra Bullock), que ambiciona ser a primeira mulher a dominar o mundo. 




"O Exterminador do Futuro: Genesis" - 2 de julho

Depois de alguns filmes de muita pancadaria (como "Os Mercenários 2 e 3"), Arnold Schwarzenegger cumpre sua promessa e retorna a um de seus personagens mais famosos, o robô T-800, em "O Exterminador do Futuro: Gênesis". Como no filme de 1984, ele é um androide  que veio do ano de 2029 para destruir a humanidade e impedir uma rebelião de humanos contra a dominação das máquinas. Para isso terá de matar Sarah Connor (Emilia Clarke), mãe do líder rebelde John Connor (Jason Clarke) e enfrentar Kyle Reese (Jal Courtney), aliado de John. Quinto episódio da franquia, o filme é dirigido por Akan Taylor, com distribuição da Paramount Pictures.





"Pan" - 16 de julho

O menino que se recusa a crescer - Peter Pan - também ganha nova versão para o cinema, e traz na bagagem um elenco de grandes nomes, como Hugh Jackman e Amanda Seyfried. O longa "Pan", distribuído pela Warner Bros., é dirigido por Joe Wright ("Orgulho e Preconceito") e dá uma nova visão sobre a origem dos personagens clássicos criados por J.M. Barrie. Ele conta como o órfão se transporta para a Terra do Nunca, enfrenta terriveis vilões, encontra diversão e se tornar o heroi Peter Pan. Hugh Jackman faz o papel de Barba Negra; Garrett Hedlund é o Capitão Gancho; Levi Miller como Peter, Rooney Mara, como Tigrinha e Amanda Seyfried (“Os Miseráveis”), como Mary, a mãe de Peter.





Star Wars - O Despertar da Força" - 17 de dezembro

"Que a Força esteja com você" na estreia de "Star Wars - O Despertar da Força". Sétimo filme da saga "Guerra nas Estrelas", que, como muitos sabem, foi contada do fim para o início, não terá George Lucas no comando, mas conta com a experiência em filmes de ficção do diretor J.J. Abrams e a produção dos Estúdios Disney. O primeiro trailer já causou burburinho pelo mundo e os fãs (como eu) estão ansiosos. Ele é a continuação da história a partir de "Star Wars - VI - O Retorno de Jedi", e contará no elenco com os velhos   e conhecidos astros do público que garantiram o sucesso da franquia: Harrison Ford (Han Solo), Mark Hamill (Luke Skywalker) e Carrie Fischer (Princesa Leia). 




Tags: Os Minions; O Exterminador do Futuro - Gênesis; Pan; Star Wars - O Despertar da Força; Warner Bros. Pictures; Estúdios Disney; Universal Pictures; Paramount; ação; aventura; animação; Cinema no Escurinho



sábado, 6 de dezembro de 2014

Cinema em 2015 está recheado de atores famosos e grandes produções para todos os gostos - Parte I

"Loucas Pra Casar", "Caminhos da Floresta", "Golpe Duplo", "No Coração do Mar" e "O Sétimo Filho" estreiam no 1ª semestre (Montagem sobre fotos de divulgação)

Maristela Bretas

Grandes produções começam a "pipocar" nas telas dos cinema brasileiros a partir do dia 8 de janeiro. Duas delas tratam o casamento como um contos de fadas - uma comédia nacional, distribuída pela Downtown Filmes, e uma fantasia no estilo Disney. Isso sem contar três produções da Sony: "Foxcatcher - Uma História Que Chocou o Mundo" (29/01), "Corações de Ferro" (05/02) e "Annie", com estreia prevista para 12 de fevereiro, mesma data de "Cinquenta Tons de Cinza", "Velozes e Furiosos 7" e "Cinderela", ambos no dia 2 de abril, e "Os Vingadores - A Era de Ultron", no dia 30 do mesmo mês.


"Loucas Pra Casar" dirigido por Roberto Santucci e escrito por Marcelo Saback, traz um enredo "muuuito" parecido com o de "Mulheres ao Ataque", lançado nesse ano, com Cameron Diaz. O filme narra a história de Malu (Ingrid Guimarães), uma mulher de 40 anos que se considera ideal, independente e realizada, mas acredita que sua vida só será completa com um marido. Há três anos com Samuel (Marcio Garcia), ela sonha com o pedido de casamento, mas descobre que outras duas mulheres, Lúcia (Suzana Pires) e Maria (Tatá Werneck), também estão na disputa do "partidão". Agora, as três terão que decidir entre a exclusividade ou a vingança contra o namorado.




Caminhos da Floresta - 8 de janeiro

A segunda estreia do dia é "Caminhos da Floresta", que tem em seu elenco nada mais, nada menos que Meryl Streep, no papel de uma bruxa má (e estupenda, como sempre), Johnny Depp, Emily Blunt e Chris Pine. Precisa mais para ser sucesso? Dirigido por Rob Marshall, "Caminhos da Floresta" reúne numa mesma trama alguns contos clássicos dos Irmãos Grimm, como Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, João e o Pé de Feijão e Rapunzel. Tudo para contar a história de um padeiro e sua esposa (James Corden e Emily Blunt), seu desejo de formar uma família e o envolvimento com a bruxa (Meryl Streep) que os amaldiçoou.




Golpe Duplo - 26 de fevereiro

"Golpe duplo", produção da Warner, tem em seu elenco Will Smith, Margot Robbie e Rodrigo Santoro. Smith interpreta Nicky, um experiente mestre trapaceiro que se envolve com a golpista novata Jess (Margot). Enquanto ele ensina a ela os truques do negócio, Jess acaba se aproximando demais e ele termina a relação. Anos mais tarde, durante um grande golpe, Nicky reencontra sua antiga paixão, que pode colocá-lo fora da jogada.




"No Coração do Mar" - 12 de março

Quem gostou do livro "Moby Dick" poderá conhecer melhor em "No Coração do Mar" o drama dos marinheiros que enfrentaram a gigantesca baleia. A história inspirou Herman Melville a escrever o livro 30 anos depois. Também produzido pela Warner e sob a direção do vencedor do Oscar, Ron Howard, o filme narra a dramática jornada real do barco Essex que, em 1820 foi atacado por uma imensa baleia com desejo de vingança quase humano. Os sobreviventes enfrentaram tempestades, fome, pânico e desespero, sem poderem contar com o inexperiente Capitão (Benjamin Walker) e com o Imediato (Chris Hemsworth) tentando derrotar o terrível animal. Ben Whishaw interpreta o escritor Herman Melville.




“O Sétimo Filho” - 19 de março

Já a parceria Universal Pictures/Legendary Pictures apostou numa aventura épica com Jeff Bridges e Julianne Moore para começar o ano. “O Sétimo Filho”, dirigido por Sergei Bodrov, conta a história de um guerreiro remanescente de uma ordem mística (Bridges), que parte à procura de um herói com poderes incríveis: o Sétimo Filho (Ben Barnes). O jovem deixa sua vida tranquila de colono para embarcar em uma aventura ousada ao lado de seu mentor. Eles vão lutar contra a rainha da escuridão (Julianne Moore) e o exército de assassinos sobrenaturais que assombram o reino.  




Tags: Estreias; Loucas pra casar; Caminhos da Floresta; Golpe Duplo; Coração do Mar; O Sétimo Filho; Warner; Disney; Downtown; comédia; ação; aventura; Cinema no Escurinho

"As Aventuras de Paddington" é filme infantil com humor britânico para ser assistido em família

Paddington é um simpático ursinho perdido em Londres a procura de uma família que queira adotá-lo (Fotos: Diamond Films/Divulgação)

Maristela Bretas

Quer relaxar, desligar dos problemas e até chorar um pouco. Então não deixe de assistir "As Aventuras de Paddington" ("Paddington"), um filme com cara de sessão da tarde, com direito a pipoca, refrigerante e humor britânico.

Em cartaz nos cinemas, para alguns ele é apenas mais um filme infantil, mas o ursinho (na voz de Ben Whishaw, de "007 - Operação Skyfall") é encantador e sabe como conquistar corações. Ao mesmo tempo, garante boas gargalhadas pelas confusões que provoca com sua falta de jeito para viver entre os humanos.

Isso porque ele além de desajeitado, conversa mais que pobre na chuva (ganhou de mim!) e está sempre querendo ajudar as pessoas - é aí que começam os problemas.

A produção franco-britânica conta a história de um urso vindo da floresta peruana que recebe o nome de Paddington e é abrigado temporariamente por uma família tipicamente londrina. Ele está à procura do explorador que um dia visitou a floresta onde morava e poderá ajudá-lo na nova terra. E este bichinho, que parece de pelúcia (não confundam com o "Ted"), vai mudar a vida de todos a sua volta.

Versão live-action da série popular de livros infantis escritos por Michael Bond, que conquistaram o mundo, com mais de 70 títulos disponíveis em 40 idiomas. E agora ganha adaptação para o cinema com produção de David Heyman, um dos responsáveis pela adaptação da franquia Harry Potter e de "Gravidade" para a telona.

"As Aventuras de Paddington" conta em seu elenco com Hugh Bonneville (da série "Downtown Abbey") e Sally Hawkins ("Blue Jasmine"), que interpretam o casal que adota o jovem urso, Nicole Kidman (como a vilã Millicent) e vários atores britânicos. 



Na versão dublada em português, o apresentador Danilo Gentili faz a voz de Paddington com um carregado sotaque paulista.

Ficha técnica:
Direção: Paul King
Produção: Studio Canal/Heyday Films/DHX Media
Distribuição: Diamond Films Brasil
Duração: 1h35
Gênero: Comédia
País: França/Reino Unido
Classificação: Livre
Nota: 3,5 (0 a 5)

Tags: As Aventuras de Paddington; Ben Whishaw; Nicole Kidman; comédia; Diamond Films; Cinema no Escurinho

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

"Quero Matar Meu Chefe 2" é pastelão sem graça que desmerece o primeiro filme

Jason Bateman, Charlie Day, Jason Sudeikis retomam seus papéis após 3 anos primeiro filme (Fotos Warner Bros. Pictures/Divulgação)

Maristela Bretas

Imagine uma comédia do tipo pastelão, com três atores razoavelmente conhecidos que já até fizeram bons filmes. Agora pega este trio e coloca numa produção ruim, daquelas que faz bonequinho de classificação de cinema levantar e ir embora logo no início. Pois bem, essa é a melhor avaliação para "Quero Matar Meu Chefe 2" ("Horrible Bosses 2"), que entrou em cartaz nesta quinta-feira nos cinemas.


Filme sem graça, com os três atores principais - Jason Bateman, Charlie Day, Jason Sudeikis batendo cabeça e fazendo papel de bobo em 98% das cenas, em situações ridículas.

Este é um daqueles casos em que o sucesso deveria ter ficado apenas no primeiro, pois a continuação veio para estragar tudo. E com um título que não condiz com a história - ninguém quer matar ninguém.




Desta vez, os amigos Nick (Jason Bateman), Dale (Charlie Day) e Kurt (Jason Sudeikis) resolvem ser chefes de seu próprio negócio. E quando tudo parece que ia dar certo, são enganados pelo empresário (Christoph Waltz) que bancou o negócio. 


Para não perderem tudo o que conquistaram, resolvem pedir a ajuda de um amigo "nada legal" (Jamie Foxx) para sequestrar o filho do investidor (Chris Pine). O dinheiro do resgate seria usado pagar a dívida e manter a empresa.

Para compensar o besteirol, o diretor Sean Anders (que tem em seu currículo "Família do Bagulho" e "Os Pinguins do Papai") escalou um time premiado de talentos, alguns ganhadores de Oscar: Christoph Waltz, Jamie Foxx, Kevin Spacey, Chris Pine e Jennifer Aniston. Uma pena.

Ficha técnica:
Direção: Sean Anders
Produção: New Line Cinema/ BenderSpink
Distribuição: Warner Bros. Pictures
Duração: 1h48
Gênero: Comédia
País: EUA
Classificação: 14 anos
Nota: 2 (0 a 5)

Tags: Quero Matar Meu Chefe; comédia; Warner Bros. Pictures; Cinema no Escurinho

domingo, 30 de novembro de 2014

Trajetória de "Irmã Dulce" é contada com fé e emoção em cinebiografia

Irmã Dulce foi um exemplo de amor ao próximo e,uta pelos necessitados e deixou uma grande obra (Fotos: Paris Filmes/Divulgação)

 Maristela Bretas

Noventa minutos é pouco tempo para contar a trajetória desta fantástica mulher, religiosa, filha, mãe dos pobres e, principalmente, “Anjo Bom da Bahia”. Depois do filme entendi porque os baianos têm tamanho respeito e carinho por ela, mesmo após tantos anos de sua morte.

“Irmã Dulce” conta a emocionante história da freira que, indicada ao Nobel da Paz e beatificada pela Igreja Católica, dedicou sua vida aos necessitados, doentes e miseráveis. 

Enfrentou o preconceito, o machismo e as normas de sua própria Igreja, além de uma doença respiratória grave. E construiu, com fé, alegria e obstinação, uma grandiosa obra social, formada por creches, hospitais e centros educacionais.

O filme é emocionante com cenas que podem provocar reações diversas no público - de lágrimas nos momentos em que luta pelos necessitados, a risos ao discutir de igual para igual com seu santo protetor - "Santo Antônio" -, e cobrar dele uma solução para o problema da miséria na sua comunidade.



A cinebiografia foi rodada em abril e maio deste ano e conta com excelentes interpretações das atrizes Bianca Comparato, vivendo Irmã Dulce até os anos 60, e Regina Braga, até 1980. Para compor o personagem, elas visitaram as obras sociais da religiosa, passaram várias noites num convento em Salvador, andaram pelas ruas vestidas de freiras e conversaram com amigos e parentes da própria Dulce.

Em entrevista, o diretor Vicente Amorim explicou que o filme se concentra na vida da Irmã Dulce entre os vinte e poucos anos de idade, nos anos 40, até 1980, com alguns flashbacks para episódios marcantes da sua infância.

 "Dulce evolui da caridade cristã tradicional para um ativismo social muito à frente do seu tempo, incomodando gente poderosa e a própria Igreja. O que a moveu, sempre, foi sua fé. A relação entre sua fé e sua ação foi intensa e é parte do que o longa investiga, mas isto não faz o filme ser 'religioso'. Optamos por mostrar a fé através das suas ações."


Sobre o personagem João, o garoto doente abandonado na porta do convento que marcou a vida da religiosa na ficção, Amorim conta que ele é o resumo de milhares de crianças e adultos de quem Irmã Dulce cuidou, que fizeram parte da obra que ela construiu. "Ele, João, seus conflitos e contradições, sua relação com Irmã Dulce, serve como arco que sustenta a narrativa do filme".

O filme, que teve todas as suas locações nas ruas e igrejas de Salvador, conta ainda no elenco com nomes conhecidos na TV brasileira, como Gracindo Júnior. Zezé Polessa, Gloria Pires, Malu Valle, Irene Ravache, Luiz Carlos Vasconcelos e Renato Prieto, além de atores baianos como Amaurih Oliveira, Fábio Lago, Caco Monteiro.



Ficha técnica
Direção: Vicente Amorim
Produção: Midgal Filmes, Globo Filmes e Telecine
Distribuição: Downtown Filmes e Paris Filmes
Duração: 1h30
Gênero: Biografia/Drama
País: Brasil
Classificação: 10 anos
Nota: 4,0 (0 a 5)

Tags: Irmã Dulce; Vicente Amorim; Bianca Comparato; Regina Braga; drama; biografia; Midgal Filmes; Paris Filmes; Cinema no Escurinho

Aventura, mistério e uma verdadeira caça ao tesouro no game do filme "O Segredo dos Diamantes"

"O Segredo dos Diamantes", ganhador do prêmio de Melhor Filme do Festival de Gramado de 2014 pelo júri popular, estreia dia 18 de dezembro (Foto: Estevam Avellar/Divulgação)

Maristela Bretas

A estreia do filme "O Segredo dos Diamantes", do diretor Helvécio Ratton, está marcada para o dia 18 de dezembro. Mas as aventuras com os personagens na caça ao tesouro de diamantes já começaram na tela do celular. Na trama, o adolescente Ângelo descobre uma antiga lenda sobre diamantes perdidos e parte em busca desse tesouro para salvar a vida do pai. Ele vai contar com a ajuda de seus amigos Júlia e Carlinhos para decifrar o enigma e viver uma grande aventura.


No jogo, Ângelo terá de coletar vários objetos, que determinam como será a próxima fase e podem mudar até mesmo o personagem. O objetivo é coletar o maior número de diamantes e chegar o mais longe possível. 

Com um sistema de geração de fases, o jogador vai comandar um dos três personagens e terá sempre novas aventuras, percorrendo os cenários do filme, desviando dos obstáculos e vencendo os inimigos.

Os melhores jogadores concorrem a ingressos, cartazes autografados, que já estão sendo sorteados. No final da promoção, no dia 23 de janeiro de 2015, o vencedor vai ganhar um diamante de verdade. 

Tudo isso ao som do instrumental da música "Poeiras de Ilusão", de Samuel Rosa e Chico Amaral, interpretada pelo Skank.

O game "O Segredo dos Diamantes" foi desenvolvido pela D2R Studios, de Belo Horizonte, na plataforma Endless Running (correria sem fim, semelhante aos jogos do Mario Bros.) e está disponível para download gratuito. 

Ele roda em smartphones e tablets com sistemas Android (2.3 ou superior) e iOS. Pode ser baixado na Apple App Store e Google Play, totalmente em português, sem necessidade de conexão de internet para jogar e sem publicidade.

Veja abaixo o trailer original e acompanhe nos próximos dias pelo blog os outros segredos do filme



Tags: O Segredo dos Diamantes; Helvécio Ratton; Quimera Filmes; game; Endless Running; Cinema no Escurinho

"Elsa & Fred", romântico sem ser piegas


Dois grandes nomes do cinema ensinam como viver um grande amor (Fotos: Diamond Films Brasil/Divulgação)


Maristela Bretas

Os veteranos Shirley MacLaine e Christopher Plummer reescrevem uma paixão na Terceira Idade já contada em 2005 com o nome de "Elsa & Fred - Um Amor de Paixão", produção hispano-argentina dirigida por Marcos Carnevale. Como no primeiro, o novo filme "Elsa & Fred" é também uma comédia romântica onde o que vale é o amor à vida, o carinho e a vontade de fazer o outro feliz.

A produção se passa nos Estados Unidos, dirigida por Michael Radford (de "O Carteiro e o Poeta" e "O Mercador de Veneza") que escolheu bem seus protagonistas. Shirley MacLaine e Christopher Plummer estão em perfeita sintonia nas cenas românticas, uma dupla de "jovens amantes".

Na nova versão, Elsa (MacLaine) é uma alegre mulher da Melhor Idade, que sonha encontrar um amor para recriar uma cena clássica do filme "A Doce Vida", de Federico Fellini, feita na Fontana di Trevi, em Roma, por Anita Ekberg e Marcello Mastroianni.


Vivendo sozinha e sob o olhar do filho, ela fica conhecendo seu novo vizinho, Fred (Plummer), um recém-viúvo, também na faixa dos 80 anos, que nunca quer sair de casa e está sempre em conflito com a filha que passa o tempo tentando controlá-lo.

Com amor pela vida, Elsa resolve que não vai permitir que este "partidão" (apesar de ranzinza) escape. E em meio a situações de preconceito das famílias e das pessoas devido à idade avançada de ambos, Fred vai redescobrindo na vizinha o prazer de viver e de voltar a amar.




No elenco estão também Marcia Gay Harden, Scott Bakula, George Segal, Chris Noth, James Brolin, Jared Gilman e Wendell Pierce. Mesmo sendo um remake, "Elsa & Fred" já vale só pelo casal de apaixonados. Uma lição de vida para todas as idades.

Ficha técnica:
Direção: Michael Radford
Produção: Lotus Entertainment
Distribuição: Diamond Films
Duração: 1h44
Gênero: Comédia romântica
País: EUA
Classificação: 10 anos
Nota: 3 (0 a 5)


Tags: Elsa & Fred; Shirley MacLaine; Christopher Plummer; Diamond Films; comédia; romance; Cinema no Escurinho


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

"Annie", a garotinha que encantou a Broadway, chega em fevereiro ao Brasil


Annie, uma menina encantadora, alegre e de personalidade marcante (Fotos: Sony Pictures/Divulgação)

Maristela Bretas

Depois de várias gerações de sucesso nos palcos da Broadway e a conquista de sete prêmios Tony, o clássico "Annie" ("Annie") ganha sua versão para o cinema, com estreia prevista para 12 de fevereiro de 2015.

Em nova roupagem e sob a direção, produção e roteiro de Will Gluck, a comédia contou ainda com a participação de produtores e nomes conhecidos - James Lassiter, Will Smith & Jada Pinkett Smith, e Shawn "Jay-Z" Carter, Laurence "Jay" Brown, e Tyran "Ty Ty" Smith - que deram uma narração moderna ao tema, sem perder a magia dos personagens clássicos.

No papel principal está a pequena grande atriz Quvenzhané Wallis (indicada ao Oscar por "Indomável Sonhadora"). Ela interpreta uma criança em custódia feliz e corajosa o bastante para trilhar o seu próprio caminho nas ruas de Nova York, em 2014. 

Originalmente deixada por seus pais ainda bebê com a promessa de que voltariam para buscá-la um dia, Annie vive uma vida dura com sua malvada tutora, a senhorita Hannigan (Cameron Diaz).

Mas tudo está prestes a mudar quando o magnata intransigente e candidato a prefeito de Nova York, Will Stacks (Jamie Foxx) faz uma manobra de campanha arriscada e assume a tutela da jovem, aconselhado por sua brilhante assessora, Grace (Rose Byrne) e seu perspicaz planejador de campanha e conselheiro, Guy (Bobby Cannavale).

Stacks acredita que é o anjo da guarda de Annie, mas a natureza brilhante e autoconfiante da menina, junto com sua visão de que o “sol irá nascer amanhã” mostra a ele que é apenas o contrário.

Veja o trailer final dublado



Tags: Annie; Quvenzhané Wallis; Jamie Foxx; Cameron Diaz; Sony Pictures; Columbia Pictures; Comédia, Cinema no Escurinho

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

"Cinderela", produção da Disney, traz Cate Blanchett no papel da madrasta malvada

A dona do sapatinho de cristal ganha as telas de cinema novamente pela Disney (Fotos: Walt Disney Studios/Divulgação)


Maristela Bretas

Dos desenhos para a tela de cinema, "Cinderela" ganha mais uma versão da clássica história da jovem maltratada pela madrasta e suas filhas que conquista o coração do príncipe ao perder um sapatinho de cristal. "Cinderela" ("Cinderella"), com estreia prevista para 2 de abril de 2015, tem em seu elenco nada menos que Cate Blanchett no papel da malvada madrasta, que faz da vida de Ella (mais conhecida como Cinderela), interpretada por Lily James, um inferno.





A história de Cinderela segue a vida da jovem Ella, cujo pai comerciante casa novamente depois que fica viúvo de sua mãe. Ansiosa para apoiar o adorado pai, Ella recebe bem a madrasta Lady Tremaine e suas filhas, Anastasia (Holliday Grainger) e Drisella (Sophie McShera), na casa da família. 


 Mas quando o pai de Ella falece inesperadamente, ela se vê à mercê de uma nova família cruel e invejosa. Relegada à posição de empregada da família, a jovem sempre coberta de cinzas, passa a ser chamada de Cinderela. 

Apesar da crueldade a que fora submetida, Ella está determinada a honrar as palavras de sua falecida mãe e “ter coragem de ser gentil”. Um dia na floresta conhece um belo estranho, sem saber que, na verdade, trata-se do príncipe do castelo. 


Pouco depois, o Palácio envia um convite aberto a todas as donzelas do reino para ir a um baile, aumentando as esperanças de Ella de encontrar novamente o encantador Kit (Richard Madden). 

Infelizmente, sua madrasta a proíbe de ir ao baile e, impiedosamente, rasga seu vestido.

Mas, como em todo bom conto de fadas, uma gentil mendiga (Helena Bonham-Carter), na verdade uma fada madrinha, aparece e para transformar a vida desta jovem para sempre.

Dirigido por Kenneth Branagh, roteiro de Chris Weitz e inspirado no clássico conto de fadas, a nova v versão de Cinderela dá vida às eternas imagens da obra de arte de animação da Disney exibida em 1950. 

Tags: Cinderela; Cate Blanchett; Lily James; Kenneth Branagh; Walt Disney Studios; Fantasia; Romance; live-action; Cinema no Escurinho