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03 maio 2015

"Vingadores: Era de Ultron" é melhor que o primeiro em tudo

"Vingadores: Era de Ultron" traz o elenco completo do filme anterior e um supervilão robótico que quer destruir a raça humana (Fotos: Marvel Studios/Divulgação)

Maristela Bretas


Demorou mas saiu. E com nota 10. "Os Vingadores: Era de Ultron" ("The Avengers: Age of Ultron") faz jus a toda a campanha de marketing que antecipou a estreia no cinema. Ação e pancadaria do início ao fim, excelentes efeitos especiais, história bem conduzida pelo diretor Joss Whedon, super-heróis fortes, fracos, engraçados e até românticos nas horas certas. Enfim, a diversão esperada que merece ser vista. Sem dúvida, o segundo filme é melhor que o primeiro.

Se antes o "piadista" do grupo era Tony Stark/Homem de Ferro, agora até Thor solta suas "pérolas", que acabam engraçadas, pois o Senhor de Asgard não tem o menor jeito prá coisa. O bonitão, mas "muito certinho" Capitão América também alivia um pouco no comportamento, mas não deixa de ser o "líder" da turma superpoderosa que nunca perde a pose.

A novidade de "Vingadores: Era de Ultron" é que desta vez rola um romance pouco convencional, mas que já era esperado desde o filme anterior - Bruce Banner/Hulk e Natasha Romanoff/Viúva Negra. O grandão verde se derrete todo quando fica perto da dama de preto megalutadora. Apesar de "um pouco diferentes", há química no casal e seria legal se isso fosse repetido em "Vingadores: Guerra Infinita", previsto para ter sua a primeira parte exibida a partir de maio de 2018.

Mas as novidades não param por aí. James Spader deu uma parada em "The Blacklist" para emprestar sua atraente e sinistra voz ao robô (quase humano) Ultron. Ele é o grande diferencial do filme e arrasa como vilão, mesmo sem aparecer. 


Ele ganha dois estreantes na franquia para serem seus auxiliares no plano de destruir a Terra: os irmãos Wanda (Elizabeth Olsen) e Pietro (Aaron Taylor-Johnson) Maximoff - ela é a Feiticeira Escarlate, com superpoderes telepáticos e controle da mente, enquanto ele, Mercúrio, tem supervelocidade. A dupla garante boas batalhas contra os Vingadores.

"Vingadores: Era de Ultron" tem novamente em seu elenco Robert  Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Evans (Capitão América), Chris Hemsworth (Thor) e Mark Ruffalo (Hulk), Scarlett Johansson (Viúva Negra) e Jeremy Renner (Gavião Arqueiro). Este último, por sinal, vem com uma novidade que agrada e confirma ser ele o mais comum dos heróis.

Outros conhecidos de franquias Marvel voltam para dar uma forcinha ao grupo - Samuel L. Jackson (Nick Fury), Cobie Smulders (agente Maria Hill  ), além de parceiros dos Vingadores como Don Cheadle (Máquina de Combate, de "Homem de Ferro 2 e 3" ), Anthony Mackie (Falcão, de "Capitão América 2") e Idris Elba (Heimdall, de "Thor 1 e 2").



Neste filme, Tony Stark planeja proteger a Terra construindo um sistema de Inteligência Artificial, juntamente com Bruce Banner. Mas o projeto ganha vida própria e se transforma em Ultron, um robô que vê na extinção da raça humana a única solução para a paz mundial. O erro de Stark também pode separar o grupo dos Vingadores.

Imperdível para quem curte estes super-heróis da Marvel Comics. Os estúdios acertaram no investimento. Que venham os próximos, tão bom quanto este. O filme pode ser conferido em 46 salas de cinemas de 19 shoppings de BH, Contagem e Betim, nas versões 2D e 3D.

Ficha técnica:
Direção e roteiro: Joss Whedon
Produção: Marvel Studios
Distribuição: Disney/Buena Vista
Duração: 2h22
Gênero: Aventura/ ação
País: EUA
Classificação: 12 anos
Nota: 5 (0 a 5)



Tags: Vingadores: Era de Ultron; Marvel;  Robert Downey Jr.; Homem de Ferro; Chris Evans; Capitão América; Chris Hemsworth; Thor; Mark Ruffalo; Hulk; Scarlett Johansson; Viúva Negra; Jeremy Renner; Gavião Arqueiro; Samuel L. Jackson; Aventura;  Cinema no Escurinho

24 outubro 2014

Marvel divulga primeiro trailer legendado de "Vingadores: Era de Ultron"



Com estreia marcada para 30 de abril de 2015, foi divulgado pelos Estúdios Marvel o teaser trailer de "Vingadores: Era de Ultron", sequência épica do maior filme de super-heróis de todos os tempos.

Quando Tony Stark tenta reiniciar um programa de manutenção de paz, as coisas não dão certo e os super-heróis mais poderosos da Terra, incluindo Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro, terão que passar no teste definitivo para salvar o planeta. Com o aparecimento do vilão Ultron, a equipe dos Vingadores tem a missão de neutralizar seus terríveis planos.





"Vingadores: Era de Ultron", da Marvel tem em seu elenco Robert Downey Jr., que retorna como Homem de Ferro, ao lado de Chris Evans, como Capitão América, Chris Hemsworth, como Thor e Mark Ruffalo, como Hulk. Do time fazem ainda Scarlett Johansson, como Viúva Negra, e Jeremy Renner, como Gavião Arqueiro, e o apoio de Samuel L. Jackson, como Nick Fury, e Cobie Smulders, como agente Maria Hill. 



A equipe precisa se reunir para derrotar James Spader como Ultron, um vilão tecnológico terrível que busca a extinção da raça humana. 

No caminho, eles terão que enfrentar dois misteriosos e poderosos novatos, Wanda Maximoff, interpretada por Elizabeth Olsen, e Pietro Maximoff, interpretado por Aaron Taylor-Johnson, e encontrar um velho amigo em uma nova forma quando Paul Bettany se torna o Visão.



Escrito e dirigido por Joss Whedon e produzido por Kevin Feige, "Vingadores: Era de Ultron" é baseado na popular série de revistas em quadrinhos da Marvel “The Avengers”, publicada pela primeira vez em 1963. 

Tags: Vingadores: Era de Ultron; Marvel;  Robert Downey Jr.; Homem de Ferro; Chris Evans; Capitão América; Chris Hemsworth; Thor; Mark Ruffalo; Hulk; Scarlett Johansson; Viúva Negra; Jeremy Renner; Gavião Arqueiro; Samuel L. Jackson; Aventura;  Cinema no Escurinho


22 março 2015

Aberta a pré-venda de ingressos para “Vingadores: Era de Ultron”



Quem quiser sair na frente e garantir o ingresso para  “Vingadores: Era de Ultron”, já está aberta a pré-venda online e nas bilheterias dos cinemas. A sequência é uma das mais aguardadas deste ano pelos fãs dos maiores super-heróis de todos os tempos. A estreia do filme no país está marcada para o dia 23 de abril.

 Quando Tony Stark tenta reiniciar um programa de manutenção de paz, as coisas não dão certo e os super-heróis mais poderosos da Terra, incluindo Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro, terão que passar no teste definitivo para salvar o planeta. Com o aparecimento do vilão Ultron, a equipe dos Vingadores tem a missão de neutralizar seus terríveis planos.



Robert Downey Jr. retorna como Homem de Ferro, ao lado de Chris Evans, como Capitão América, Chris Hemsworth, como Thor, e Mark Ruffalo, como Hulk. No grupo dos super-heróis estão ainda Scarlett Johansson, como Viúva Negra, e Jeremy Renner, como Gavião Arqueiro, Samuel L. Jackson, como Nick Fury e Cobie Smulders como agente Maria Hill. O terrível vilão tecnológico da vez é James Spader como Ultron, que busca a extinção da raça humana.

Tags: Vingadores: Era de Ultron; Robert Downey Jr; Homem de Ferro; Chris Evans; Capitão América; Chris Hemsworth; Thor; Mark Ruffalo; Hulk; Scarlett Johansson; Jeremy Renner; Gavião Arqueiro; Samuel L. Jackson; James Spader; aventura; Disney; Cinema no Escurinho

04 maio 2016

"Capitão América: Guerra Civil" é o melhor de todos do herói estrelado

A grande batalha que vai dividir os Vingadores (Fotos: Marvel Studios/Divulgação)

Maristela Bretas


Depois da meia decepção com "Batman X Superman - A Origem da Justiça", confesso que estava com receio do que poderia acontecer com o terceiro filme de um dos meus heróis favoritos, apesar de ser o mais careta. "Capitão América: Guerra Civil" não conta com Thor e Hulk e a responsabilidade de sucesso de bilheteria ficou nas mãos dos dois principais Vingadores - Steve Rogers, o "Capitão América" (Chris Evans), e Tony Stark, o "Homem de Ferro" (Robert Downey Jr.) E eles se superaram e "mataram a pau".

O filme é o melhor da trilogia do Capitão América e um dos melhores com os Vingadores, mesmo sem a presença de dois importante
s integrantes, que acabaram sendo bem substituídos por três novos componentes. A dupla principal está excelente - Downey Jr. de novo insuperável e Evans mais maduro no papel - garante toda a ação que o filme exige e ainda dá a dramaticidade quando precisam lutar entre si. O restante da equipe também faz o suporte e dá o recado e faz tanto estrago por onde passa que daria inveja no Hulk.

Natasha Romanoff, a "Viúva Negra" de Scarlett Johansson ganhou merecidamente mais destaque, assim como a heroína Wanda Maximoff, a "Feiticeira Escarlate", interpretada por Elizabeth Olsen. O mesmo para o time masculino, principalmente Anthony Mackie, que faz Sam Wilson, o "Falcão", braço direito do herói de escudo estrelado. Sebastian Stan, que faz Bucky Barnes, o "Soldado Invernal" ("Capitão América  2") também garante seu lugar, mas Jeremy Renner, o "Arqueiro", ainda é melhor que ele quando entra em cena.

A grande e até divertida novidade é a entrada o Homem-Aranha para o grupo do Homem de Ferro. Sua atuação garante ótimas cenas cômicas e também de muita ação. Ele tem atitudes típicas de um aprendiz de Vingador, que se encanta por estar perto de seus heróis, não importando o lado. O papel ficou para o jovem ator Tom Holland (de "No Coração do Mar").

Outra novidade é o "Pantera Negra", vivido espetacularmente por Chadwick Boseman, mais um personagem Marvel que passa a integrar os Vingadores, assim como Paul Rudd, com seu "Homem Formiga" com destaca. Já Daniel Brühl (de "Bastardos Inglórios") apesar da importância de seu papel na história (não vou contar), tem participação mediana.

A pancadaria come solta, muitos tiros, explosões, batalhas entre amigos, decepções e fidelidade. "Capitão América: Guerra Civil" tem tudo isso na medida certa. Às vezes até mais um pouquinho, o que faz a gente colar na cadeira do cinema.


Tudo começa após o ataque de Ultron ("Os Vingadores: Era de Ultron") e os governos de vários países passam a procurar meios para controlar os super-heróis por suas ações e estragos. A interferência política cria uma rixa entre o Capitão América, atual líder dos Vingadores, e o Homem de Ferro, que tomam posições opostas. A situação piora quando Bucky Barnes é suspeito de um atentado terrorista e o Capitão América fica ao lado do amigo de infância. O enfrentamento entre os dois heróis se torna iminente.

GALERIA DE FOTOS

Produção top, excelente, imperdível para quem curte o universo Marvel, ainda imbatível nos filmes sobre seus heróis. O filme pode ser visto em 51 salas de 19 shoppings de BH, Betim e Contagem, nas versões dublada e legendada, em 2D, 3D e IMAX (que eu recomendo demais para esta produção por causa dos efeitos especiais e das cenas de ação).

Ficha Técnica:
Direção: Joe e Anthony Russo
Produção: Marvel Studios / The Walt Disney Company
Distribuição: Disney/Buena Vista
País: EUA
Gênero: Ação
Duração: 2h26
Classificação: 12 anos
Nota: 5 (0 a 5)


Tags: #capitaoamericaguerracivil, #capitaoamerica, #homemdeferro, #viuvanegra, #homemaranha, #Falcão, #arqueiro, #panteranegra, #homemformiga, #soldadoinvernal, #feiticeiraescarlate, #MarvelStudios, #aventura, #ação, #Disney, #BuenaVista, #CinemanoEscurinho, #TudoBH

16 maio 2022

"Doutor Estranho no Multiverso da Loucura" introduz o terror no universo da Marvel

 Produção esbanja nos efeitos visuais e nas ótimas interpretações (Fotos: Marvel Studios)

Jean Piter e Maristela Bretas


Segue lotando salas de cinemas brasileiros o mais novo filme da Marvel, "Doutor Estranho no Multiverso da Loucura" ("Doctor Strange in the Multiverse of Madness"). A história se passa depois de os eventos de "Vingadores Ultimato" (2019) e de "Homem-Aranha Sem Volta pra Casa" (2021). O mundo aparenta alguma tranquilidade, mas de repente, seres de outras dimensões chegam à Terra. Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) e seu parceiro Wong (Benedict Wong) percebem que algo muito ruim está para acontecer e vão unir forças novamente.

Para entender bem o filme é preciso saber algumas histórias anteriores. Em "Vingadores - Guerra Infinita" (2018), o vilão Thanos apagou metade da vida do universo. Em "Vingadores Ultimato", os heróis viajam no tempo e conseguem trazer de volta as pessoas que haviam desaparecido. 


Depois, no último filme do Homem-Aranha, o feitiço do Doutor Estranho abriu as portas do multiverso. Essa é mais uma etapa da Fase 4 do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM ou MCU em inglês), iniciada nos cinemas com "Viúva Negra" (2021) e na TV com a ótima série "WandaVision" (2021), o que abre a possibilidade de diversos mundos se cruzando no futuro.  

Em "Multiverso da Loucura" temos a introdução da personagem America Chavez (Xochitl Gomez). Ela tem o poder de viajar de um universo para outro. Habilidade que é desejada por um ser muito forte, digamos, o “vilão” da história. Chavez é perseguida e acaba parando na Terra, onde Wong e Strange tentam ajudá-la. Sabendo que se trata de uma grande ameaça ligada à magia, eles procuram a ajuda de Wanda.  


Strange tenta proteger Chavez a todo custo. Assim eles acabam fugindo por várias realidades. Em mundos onde há outros Doutores Estranhos, outras Wandas... Uma cópia de cada mundo, podemos dizer.

Chiwetel Ejiofor interpreta uma versão do Mordo, Rachel McAdams volta a interpretar a Dra. Christine Palmer. E não são participações gratuitas. Cada um tem sua importância na história. E tem também a introdução dos Illuminati, o grupo de heróis mais fortes e inteligentes reunidos para proteger os mundos.  


O filme é do Doutor Estranho, mas poderia ser da Wanda. Ela aparece como Wanda e também em sua versão mais forte, a Feiticeira Escarlate, em uma caracterização maravilhosa. Há também mais de uma versão de Stephen Strange, como mostrado nos trailers. E as interpretações de ambos estão excelentes. 

Entretanto, o ponto alto de "Multiverso da Loucura" é o terror. Não que seja um filme do gênero, ele continua sendo de ação, aventura, mas agora em vez de pitadas de humor como nos filmes do Thor ou dos Guardiões da Galáxia, temos recursos de terror em boa parte das cenas.  

O estilo sombrio de Sam Raimi

Essa mudança tem nome: Sam Raimi. O diretor que era muito conhecido pela trilogia do "Homem-Aranha" de Tobey Maguire tem o início da carreira marcada pela franquia “Uma Noite Alucinante”. Ele também dirigiu outros filmes do gênero. Pesadelos, almas penadas, zumbis, feitiços, reflexo no espelho, velas se apagando, possessão demoníaca, portas batendo, cenários sombrios... Tem um pouco de tudo na nova produção da Marvel. Graças a Raimi. Isso deu uma nova cara ao filme e ao mesmo tempo abre possibilidades para as próximas produções.  


A Marvel tem entre seus personagens vilões como Mefisto (demônio que governa o mundo dos mortos), Coração Negro (vilão poderoso e sem batimentos cardíacos), Zarathos (Anjo da Justiça), Chthon (Mestre da Magia do Caos), e vários outros. 

E ainda heróis e anti-heróis sombrios como Blade, Motoqueiro Fantasma, Cavaleiro da Lua e o próprio Doutor Estranho. Com tantas opções, dá pra se esperar outras obras mais voltadas para o terror, o que seria ótimo para diversificar o multiverso das produções cinematográficas que estão por vir.  


São duas horas de filme e muitos acontecimentos. Apesar disso, há quem possa achar que a história ficou incompleta, vaga, superficial. Que os personagens não tiveram o desenvolvimento adequado. Que os problemas não foram bem construídos. 

Mas a verdade é que tudo se encaixa. Longe de ser uma produção perfeita. Mas é muito bem construída. Tem início, meio e fim. E, claro, ficou tudo mais evidente pra quem assistiu as séries "What If...?", "Loki" e "WandaVision", todas ano passado.  


Havia muita expectativa com a introdução de dezenas de personagens. Muitas foram as teorias criadas na internet com as análises dos trailers, com supostos vazamentos. Ainda mais depois das aparições em "Homem-Aranha Sem Volta pra Casa" (2021). A maior parte disso não se concretizou, o que deixou muitos fãs relativamente frustrados e que acabaram não conseguindo enxergar os pontos positivos trazidos no novo filme do Doutor Estranho.  

Essa é uma boa oportunidade para rever a relação do público com os youtubers, influencers e sites voltados para o mundo nerd e de entretenimento. Esse monte de spoilers, especulações e supostos vazamentos têm estragado a experiência do cinema? É preciso refletir.  


Magia X feitiçaria

"Doutor Estranho no Multiverso da Loucura" reforça a parte visual do mundo de cabeça para baixo, com dimensões se intercalando, como foi apresentado em "Homem-Aranha Sem Volta Para Casa". O filme começa com muita ação e se mantém assim até o final, com muita disputa entre magia e feitiçaria, numa viagem alucinante que abusa da computação gráfica e dos efeitos visuais, dignos de prêmios. 

Uma das cenas que mais merece aplausos é das notas musicais (não vou além para não estragar a surpresa). Um verdadeiro clássico, entregue pelas mãos do compositor Danny Elfman, responsável pela trilha sonora.


Além de apresentar personagens dos quadrinhos, pouco conhecidos da maioria do público e que podem ganhar futuramente versões solo para o cinema, o longa faz uma inversão de papéis, mostrando que heróis também podem se tornar vilões. E que até vilões podem ter momentos de razão e coração. A aparição desses novos personagens da Marvel, no entanto não causou (pelo menos na sessão em que eu estava) o impacto desejado, como foi com os três Homens-Aranhas do filme de 2021,

Elisabeth Olsen tem uma interpretação assustadoramente ótima, dominando as cenas. Uma continuação perfeita da sua personagem da série "WandaVision", da Disney+. Ela surgiu em "Vingadores: Era de Ultron" (2015) como Wanda Maximoff e foi crescendo no MCU e como super-heroína, entregando sua melhor atuação neste segundo filme do Doutor Estranho.


Sobre Benedict Cumberbatch não há muito que falar. Ele é o equilíbrio perfeito do longa, mostrando mais uma vez o excelente ator que é. Ele mantém a arrogância, a prepotência (e o charme) de sempre de seu primeiro “Doutor Estranho” (2016) e dos filmes dos Vingadores, mesmo quando está em desvantagem. Cumberbatch brilha, não importa se como super-herói e Mago Supremo dos Vingadores, ou como o vaqueiro Phil Burbank, do premiado "Ataque dos Cães" (2021), da Netflix.

"Doutor Estranho no Multiverso da Loucura" tem como grande marco a abertura de outros mundos e outras realidades. Isso é muito importante para o que há de vir. Quem ainda não viu, vale a pena ver. Ao que tudo indica, essa é porta para uma nova fase em universos que vão se colidir. Quem já viu, vale a pena ver de novo e observar essa nova estética e todos os detalhes e referências que estão espalhados pelo filme.


Ficha técnica:
Direção:
Sam Raimi
Produção: Marvel Studios
Distribuição: Walt Disney Pictures
Exibição: nos cinemas
Duração: 2h06
Classificação: 14 anos
País: EUA
Gêneros: Ação, aventura, fantasia

16 novembro 2021

"Duna" tem visual grandioso, mas ótimo elenco é pouco aproveitado

Ficção dirigida por Denis Villeneuve conta no elenco principal com Timothée Chamalet e Rebecca Ferguson (Fotos: Warner Bros. Pictures)


Maristela Bretas e Jean Piter Miranda


Como dividiu "Duna" ("Dune") em duas partes, resolvi fazer esta crítica do filme em dupla com meu amigo e colaborador Jean Piter. Afinal esta grandiosa ficção científica do premiado diretor canadense Denis Villeneuve ("A Chegada" - 2017) merecia, apesar de alguns pontos que deixaram a desejar. "Duna" é espetacular em visual, locações, fotografia e elenco. Certamente será indicado a diversas premiações, inclusive o Oscar. O longa tem estreia prevista na HBO Max no Brasil já no final deste mês.


O quesito locação é fantástico e se deve a uma exigência de Villeneuve de que as cenas fossem gravadas em locais reais para retratar o desértico planeta Arrakis. E a escolha ficou para os desertos de Wadi Rum, na Jordânia, e Rub' al-Khali, em Abu-Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, cujas areias douradas foram palco da maioria das cenas de dunas. 

O mesmo aconteceu com os fiordes de Standlander, na Noruega, para a locação das montanhas e praias onde a família Atreides vivia. Já as filmagens de estúdio foram feitas em Budapeste, na Hungria. Realmente um filme internacional.


Mas se a parte visual garante o sucesso de "Duna", o desenrolar da história é o ponto fraco. Dividido em duas partes - o segundo filme foi confirmado para 2023 -, o longa se arrasta em explicações e disputas de gabinete cansativas. O elenco caro e de primeira é pouco aproveitado, e até o casal principal - Timothée Chamalet ("Me Chame Pelo Seu Nome" - 2018 e "Adoráveis Mulheres" - 2020), como Paul Atreides, e Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa” (2109), como Chani, a guerreira do deserto de Arrakis - até o momento, não tem química nem graça). 


O personagem de Chamalet não mostrou a força esperada como herói. A expectativa é que o potencial de atuação para um filme de ação seja apresentado no segundo filme. Zendaya ficou para a segunda fase, uma vez que pronunciou uma meia dúzia de palavras e uns cinco minutos de rápidas aparições. Vai ter trabalho dobrado para mostrar a que veio. 


O destaque na atuação fica para sempre ótima Rebecca Ferguson ("Doutor Sono" - 2019) como Lady Jessica, mãe de Paul, que domina as cenas em com uma presença marcante. Outro que também está muito bem é Oscar Isaac ("Star Wars - O Despertar da Força" (2015), como o duque Leto Atreides, pai de Paul. Mas como ele, o talento de muitos integrantes do elenco caro e de qualidade é pouco explorado. 


Isso aconteceu com Javier Bardem ("Todos já Sabem" - 2019) como Stilgar, o guerreiro do deserto; Jason Momoa (“Aquaman” - 2018) e Josh Brolin ("Vingadores: Ultimato" - 2019), como os guerreiros do duque Atreides, Duncan Idaho e Gurney Halleck; Stellan Skarsgard ("Vingadores: Era de Ultron" - (2015), no papel do barão Harkonnen; Dave Bautista ("Guardiões da Galáxia” - 2014), como Rabban Harkonnen, que apesar de ser guerreiro, praticamente não luta) e Charlotte Rampling (“Assassin's Creed” (2107), interpretando a Reverenda Mohiam, entre outros atores.


A história de "Duna" se passa em um futuro distante, com planetas comandados por casas nobres que fazem parte de um império feudal intergaláctico. Paul Atreides é filho do duque Leto Atreides e de Lady Jessica. Sua família toma o controle do planeta Arrakis, também conhecido como Duna, produtor de uma especiaria alucinógena - o melange. Na disputa com outras famílias pela extração da substância, ele é forçado a fugir para o deserto com a ajuda de sua mãe e se junta às tribos nômades.

Não podemos esquecer a trilha sonora, outro ponto forte do filme, sob a responsabilidade do premiado compositor Hans Zimmer ("Blade Runner 2049" - 2017). São 41 músicas, com destaque para a versão de "Eclipse", da banda Pink Floyd, de 1973.


A avaliação de Jean Piter
O elenco é maravilhoso, bem estrelado, sendo que Rebecca Ferguson é a que mais destaca no quesito atuação. Timothée Chalamet "manda bem", uma vez que o papel pede que ele seja mais introspectivo para depois se tornar um herói, embora se espere muito dele no filme. Mas não brilha tanto quando se esperava. O mesmo acontece com Zendaya, que teve uma participação muito pequena, não permitindo que ela seja avaliada.


Outros no elenco que não estão em sua praia são Josh Brolin e Javier Bardem, que não está ruim, mas causa estranhamento vê-lo neste tipo de filme. Dave Bautista também muito pouco aproveitado no filme. Esperava muitas cenas de ação com ele e elas não vieram. Talvez venham no filme dois. Jason Momoa também está muito bem, mas a aparência dele ainda lembra muito o Aquaman, principalmente nas cenas de ação.


Sobre as cenas de lutas, elas têm muitos cortes e são muito distantes, deixando a desejar, especialmente nos combates corporais. Em "Duna", você sente que as lutas estão numa velocidade mais baixa, bem lentas, se comparamos a filmes como "John Wick", em que elas e mostram mais dinâmicas e reais, com a coreografia bem ensaiada.

Quanto ao filme, eu também tenho receio que, por terem deixado toda a solução para o segundo filme, a produção não queira acelerar demais e acabe ficando corrido e estragando alguma coisa.

Enfim, ficou para a continuação a narrativa com mais ação e o melhor aproveitamento dos personagens que sobreviveram às batalhas deste primeiro filme. Uma coisa é quase certa: o visual continuará sendo o maior destaque. Vamos aguardar.


Curiosidades de "Duna"
- O filme é uma adaptação da renomada obra da ficção científica homônima, escrita por Frank Herbert em 1965.

- Para suportar o calor de 50 graus dos desertos, os atores precisavam gravar durante a madrugada, com horário restrito.

 - "Duna" já ultrapassou a marca de US$ 300 milhões nas bilheterias de todo o mundo, sendo que no Brasil, mais de 520 mil pessoas foram ao cinema, arrecadando mais de R$10 milhões.


Ficha técnica
Direção: Denis Villeneuve
Produção: Legendary Pictures / Warner Bros. Pictures
Distribuição: Warner Bros Pictures
Gêneros: Ficção científica / Drama
Classificação: 14 anos
País: EUA
Nota: 4 (0 a 5)

19 abril 2016

"O Caçador e a Rainha do Gelo" tem ótimo elenco, mas ação mesmo só no final

Filme é continuação de "Branca de Neve e o Caçador" e repete parte do elenco (Fotos: Universal Pictures/Divulgação)

Maristela Bretas


Um trio de mulheres lindas na disputa por um "gato". Ação (um pouco menor que no primeiro filme), aventura, fantasia e muitos efeitos especiais fazem de "O Caçador e a Rainha do Gelo" ("The Huntsman and the Ice Queen") um ótimo filme para se ver numa sessão da tarde com um elenco caro e de primeira. A produção entra em cartaz nesta quinta-feira, contando o que aconteceu antes de "Branca de Neve e o Caçador" (2012) e o depois, quando a Rainha Ravenna (Charlize Theron) recruta Eric para matar sua enteada, Branca de Neve.

Do elenco do primeiro filme estão de volta Chris Hemsworth ("Vingadores: Era de Ultron" - 2015), como o caçador Eric, e Charlize Theron ("Mad Max - Estrada a Fúria" - 2015), como Ravenna, a Rainha Má, que novamente é o destaque. Sai (ainda bem!), Kristen Stewart, que fez a Branca de Neve. Passam a integrar o elenco do novo filme Emily Blunt ("Sicário - Terra de Ninguém" - 2015), como Freya, a Rainha do Gelo, e Jessica Chastain ("Perdido em Marte" - 2015), como a guerreira Sara, parceira de Eric.

Como a própria abertura do filme avisa, se você está esperando um conto de fadas, terá mais que isso. "O Caçador e a Rainha do Gelo" tem elfos, anões, guerreiros, reinos encantados, monstros e muita magia, principalmente do mal (que são sempre as melhores). 


Tem também batalhas com raios de gelo;, uma rainha lindamente má e louca lutando contra a irmã bonita mas apagada, com poderes de congelar tudo o que toca e que acha que pode sequestrar todas as crianças e chamá-las de filhos; um herói com cara de Thor que se acha o "foda" do pedaço mas apanha muito; e por fim, uma mocinha também bonita, boa no arco e flecha que não dispensa uma briga.

A história mostra a disputa entre as duas poderosas irmãs - Ravenna e Freya, cada uma com seu reino e seu exército. Entre elas, o casal de guerreiros de Freya - Eric e Sara - que se apaixona, contrariando as ordens de sua Rainha do Gelo, que proíbe o amor entre os súditos.


Por décadas, Freya viveu sozinha em um remoto palácio gelado, transformando as crianças dos reinos conquistados em seus guerreiros. Até que resolve encontrar o espelho mágico da irmã para que possa ficar com seus poderes. Começa daí uma nova disputa entre ela e Ravenna, a quem julgava morta. Baseado em personagens criados por Evan Daugherty, o filme conta com produção de Joe Roth (de “Malévola” e “Alice no País das Maravilhas”).

Os cenários são típicos de um reino da fantasia e Freya chega a lembrar Elsa, a rainha gelada de "Frozen - Uma Aventura Congelante". Tudo no castelo e até os raios que ela emite lembram a famosa personagem da produção da Disney de 2014. "O Caçador e a Rainha do Gelo" pode ser conferido nas versões dublada e legendada.



Ficha técnica:
Direção: Cedric Nicolas-Troyan
Produção: Roths Films
Distribuição: Universal Pictures
Duração: 1h54
Gênero: Fantasia / Aventura / Ação
País: EUA
Classificação: 12 anos
Nota: 2,8 (0 a 5)

Tags: #ocaçadorearainhadogelo, #ChrisHemsworth, #CharlizeTheron, #EmilyBlunt, #JessicaChastain, #magia, #fantasia, #aventura, #espelho, #rainhadogelo, #CedricNicolas-Troyan, #caçador, #BrancadeNeve, #UniversalPictures, #CinemanoEscurinho, #TudoBH

04 dezembro 2016

Tom Cruise é ação e perseguição em "Jack Reacher: Sem Retorno"

Filme é adaptação do 18º livro de Lee Child com o personagem (Fotos: Paramount Pictures/Divulgação)

Maristela Bretas


Depois de garantir uma bilheteria respeitável com "Jack Reacher: Ultimo Tiro", Tom Cruise aposta novamente no personagem criado por Lee Child e traz para o cinema a adaptação do 18º livro da saga, que já vendeu 100 milhões de livros no mundo todo - "Jack Reacher: Sem Retorno" ("Jack Reacher: Never Go Back"). O estilo não muda - tiros, muita porrada, ótimas perseguições, e às vezes o belo sorriso do ator que parece estar conservado em formol. 

Tom Cruise assumiu o papel do não tão mocinho "fodão" há tempos com a série "Missão Impossível", que ele repete na franquia "Jack Reacher". Bate muito, apanha também, não fica com a mocinha porque é um "justiceiro" errante e oferece ótimas cenas de ação que vão agradar ao público.

E como toda estrela, Cruise merecia uma parceira à altura. O papel da vez ficou para Cobie Smulders ("Vingadores: Era de Ultron"), que interpreta a major Susan Turner. Boa de briga como ele, não aceita ser tratada como uma mulher frágil e incapaz de comandar o pelotão do Exército, cargo que um dia foi de Reacher.

Se Cruise e Smulders estão bem, o mesmo não se pode dizer do restante do elenco de "Jack Reacher: Sem Retorno". Muitos têm interpretação fraca, que deixa bem a desejar, apesar de seus papéis serem importantes para a história. É o caso da jovem Danika Yarosh (da série de TV "Heroes Reborn"), que interpreta a rebelde Samantha Dayton. Essa ainda tem de comer muita farinha com feijão para ser chamada de boa atriz.

Na história, Jack Reacher (Tom Cruise) retorna à base militar onde serviu na Virgínia (EUA) para conhecer pessoalmente a major Susan Turner (Cobie Smulders), a quem pretendia levar para jantar. Ao chegar, descobre que ela está presa, acusada de ter vazado informações confidenciais do Exército. Estranhando a situação, Jack resolve iniciar uma investigação por conta própria e, em meio a essa nova investigação, ainda terá que lidar com Samantha (Danika Yarosh), uma suposta filha adolescente.

A dupla principal está afinada e segura a produção. Mas apesar de "rolar um clima", o enredo não achou espaço nem para um beijinho. O mocinho é o cara charmoso mas de pouca conversa, que resolve no mano a mano suas divergências, sem aceitar parceiros. "Jack Reacher: Sem Retorno" é puramente ação e perseguição, com cenas curtas para darem maior agilidade. Um filme para agradar aos fãs do gênero.



Ficha técnica:
Direção: Edward Zwick
Produção: Paramount Pictures / Skydance  
Distribuição: Paramount Pictures
Duração: 1h59
Gêneros: Ação / Espionagem / Suspense
País: EUA
Classificação: 14 anos
Nota: 3,5 (0 a 5)

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10 setembro 2017

"IT - A Coisa", um excelente filme de terror com pitadas de "Os Goonies"

O palhaço Pennywise é tremendamente assustador graças à excelente interpretação de Bill Skarsgärd (Fotos: Warner Bros. Pictures/Divulgação)

Maristela Bretas


Um dos melhores filmes de terror deste ano, se não o melhor, "IT - A Coisa" acerta em tudo e é capaz de fazer muito marmanjo tremer na cadeira do cinema.Assim como "Annabelle 2 - A Criação do Mal", ele tem roteiro forte e envolvente, trilha sonora sem exagero, elenco entrosado, boa fotografia e a ótima direção de Andy Muschietti, responsável por outro bom filme do gênero - "Mama" (2013).

Claro, o sucesso completo fica por conta da grande estrela, o palhaço Pennywise, tremendamente assustador graças à excelente interpretação de Bill Skarsgärd (de "Atômica" - 2017). O mais novo da família mostra que não fica em nada a dever para os outros integrantes famosos - o irmão Alexander ("A Lenda de Tarzan" - 2016) e o pai Stellan ("Thor",  a franquia "Piratas do Caribe" - 2006 e 2007; "Os Vingadores", 2012 e "Os Vingadores - A Era de Ultron", 2015). Pennywise é perfeito, com um sorriso de palhaço que encanta a vítima para depois personificar a mais assustadora imagem de terror e maldade.

Pennywise é um personagem de múltiplas facetas, que se alimenta do medo de suas vítimas. Suas aparições são sempre esperadas e nem por isso menos assustadoras. Elas acontecem associadas a um trauma, humilhação ou abuso que suas vítimas carregam, o que as torna vulneráveis aos ataques do terrível palhaço do mal. Um vampiro do emocional, que explora o subconsciente das pessoas e chega a provocar dúvida no espectador se ele realmente ataca e devora suas vítimas ou apenas causa temor extremo. E essa maneira perversa de abordagem fica clara na sua frase mais marcante no filme: "Eu não sou real o suficiente para você?"

O restante do elenco que vai enfrentar o palhaço também atuou muito bem. Ótimas interpretações dos sete atores adolescentes que formam o chamado "Grupo dos Otários" ("Losers"), formado por aqueles que sofrem bullying na escola, são rejeitados, apanham dos grandões e acabam se unindo para conseguirem sobreviver ao High School dos anos 80 (que não mudou nada até hoje). 

As aventuras da idade lembram muito às vividas por outro grupo de "losers" que fez sucesso naquela década - "Os Goonies" (1985), com grande entrosamento de toda a turma. Porém, a abordagem é mais dramática quando exposto de onde vem o medo de cada um que desperta a sede de Pennywise.

Destaque para Jaeden Lieberher, no papel de Bill Denbrough, líder do grupo que tem uma gagueira crônica e nunca se conformou com o desaparecimento do irmão. Sophia Lillis, que faz Beverly, a única garota da turma dos Otários, também entrega boa interpretação e tem grande semelhança com a premiada atriz Amy Adams.

Apesar de ser um terrorzão dos brabo ,"IT - A Coisa" tem seu lado cômico, com piadas e tiradas sem noção que provocam gargalhadas no público. O responsável por esta parte é o jovem Finn Wolfhard (das séries de TV "Stranger Things" e "The 100"), que faz Richie Tozier. O garoto é muito bom e já tem cara engraçada, o que melhora sua atuação.

Inspirado no best-seller homônimo de 1.000 páginas escrito pelo gênio do terror, Stephen King, e publicado em 1986, a história de "IT - A Coisa" precisou ser dividida em dois capítulos para a versão cinematográfica. Este primeiro mostra os personagens adolescentes e a segundo, que começará a ser produzido, de acordo com os produtores, em março de 2018, vai apresentar o grupo já adulto, de volta a Derry, a cidade onde tudo aconteceu.

Quando crianças começam a desaparecer misteriosamente na pequena cidade de Derry, no Estado de Maine, um grupo de jovens é obrigado a enfrentar seus maiores medos ao desafiar o perverso palhaço Pennywise, que há a cada 40 anos volta para deixar um novo rastro de morte e violência. "IT - A Coisa" é uma adaptação muito bem produzida (ao contrário de algumas anteriores), o diretor soube explorar bem cada ponto abordado, usou comicidade na medida e foi tão fundo ao causar medo e pavor que assustou até alguns dos atores mais novos. Imperdível para quem curte um filme de terror bem feito e de qualidade.



Ficha técnica:
Direção: Andy Muschietti
Produção: New Line Cinema / Vertigo Entertainment / Lin Pictures
Distribuição: Warner Bros. Pictures
Duração: 2h15
Gêneros: Terror / Suspense / Drama
País: EUA
Classificação: 16 anos
Nota: 5 (0 a 5)

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