quarta-feira, 16 de maio de 2018

Trailer de "Bohemian Rhapsody" é de arrepiar dos pés à cabeça

Rami Malek arrasa na interpretação. Como se incorporasse Freddie Mercury (Foto: 20th Century Fox/Divulgação)

Maristela Bretas


Uma celebração ao Queen e ao extraordinário  Freddie Mercury. Este é "Bohemian Rapsody", filme produzido pela 20th Century Fox com estreia prevista para 24 de outubro deste ano. No papel do vocalista que desafiou os estereótipos e quebrou as convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta está Rami Malek, que arrasa na interpretação. Como se incorporasse Freddie Mercury, além do ótimo trabalho de maquiagem.

Da esquerda para direita: Rami Malek/Freddie Mercury, Gwilym Lee/Bryan May, Joseph Mazzello/John Deacon e Ben Hardy/Roger Taylor

O trailer de arrepiar divulgado nesta terça-feira mostra a ascensão meteórica da banda apresentando suas canções mais marcantes, a união e os atritos entre os integrantes, os triunfos, o estilo de vida fora de controle de Mercury fora de controle e a reunião triunfante na véspera do Live Aid, quando ele, já com Aids, leva a banda a uma das maiores performances da história do rock. No elenco estão também Gwilym Lee (Bryan May), Ben Hardy (Roger Taylor), Joseph Mazzello (John Deacon), Lucy Boynton (Mary Austin), Aidan Gillen, Allen Leach, Tom Hollander e Mike Myers.



Tags: #BohemianRapsody, #Queen, #FreddieMercury, #RamiMalek, #20thCenturyFox, #CinemanoEscurinho

terça-feira, 15 de maio de 2018

"Ella e John" - Road movie da terceira idade

Interpretação impecável de Helen Mirren e Donald Sutherland como o casal Spencer (Fotos: Sony Pictures/Divulgação)

Mirtes Helena Scalioni


Embora a comparação pareça inevitável por se tratar do mesmo tema - o relacionamento de um casal de velhos - "Ella e John" ("The Leisure Seeker") não tem a mesma sutileza do inesquecível "L'Amour", de Michael Haneke, obra-prima do cinema francês. Mas, trata-se, ainda assim, de um filme importante sobre a maturidade, suas limitações e constrangimentos. 


Dirigido pelo italiano Paolo Virzi, o longa, em cartaz no Belas Artes 1 (16h20 e 18h40) e Net Cineart Ponteio 2 (17h e 21h10), narra a aventura de Ella e John Spencer, que fogem dos filhos para viajar de Boston à Florida e ele, que já passou dos 80, é quem dirige o velho motor home da família.

Aos poucos, o espectador vai compreendendo o motivo do desespero dos dois filhos do casal quando descobrem a fuga dos pais: John apresenta sinais de Alzheimer, intercalando pequenos momentos de lucidez com alucinações e esquecimentos, e Ella transparece ter alguma doença grave, embora se mostre forte e tente manter as rédeas do projeto.


Apaixonada pelo marido, professor aposentado de literatura, ela quer ajudá-lo a realizar o sonho de conhecer a casa onde viveu o escritor Ernest Hemingway, na Flórida, e que se transformou em museu. Aos trancos e barrancos, lá vão eles, enfrentando todos os sustos e surpresas cabíveis numa estrada.

Além das belas paisagens, esse verdadeiro road movie da terceira idade envolve e enternece também pelas reflexões, dramas e alguma tensão. Pode ser que haja algum exagero no humor, pode ser que falte a delicadeza que tanto encanta em "L'Amour". Apesar disso, "Ella e John" é uma comédia dramática imprescindível.

Ao final, dá vontade de aplaudir as atuações primorosas de Hellen Mirren e Donald Sutherland, que, sem nenhum pudor ou verniz, vivem com verdade as dores e transformações da velhice - mais realidade do que romance. Difícil não chorar.
Classificação: 14 anos
Duração: 1h53



Tags: #EllaEJohn, #HelenMirren, #DonaldSutherland, #comediadramatica, #romance, #SonyPicturesClassicos, #RoadMovieDaTerceiraIdade, #BelasArtes, #CinemanoEscurinho

segunda-feira, 14 de maio de 2018

"Paris 8" - Um filme sobre a cinefilia

O diretor Civeyrac conta a história de um grupo de amigos que frequentam a Universidade francesa "Paris 8" (Fotos: Photorammes Provinciale/ Divulgação)

Matheus Ciolete


O décimo segundo filme do diretor francês Jean-Paul Civeyrac volta o olhar a um grupo particularmente conhecido pelo cineasta: os estudantes de cinema. Civeyrac é um professor de cinema na universidade francesa “La Fémis” e nesse filme conta a história de um grupo de amigos que frequentam Paris 8, universidade fundada em 1969, com ligações à onda de protestos que ocorreram no país em maio de 1968 e que intitula o longa. É nesse cenário, um ambiente estudantil, que a estória da graduação de Etienne (Andranic Manet) se desenrola. Vindo de Lyon, o personagem principal enfrenta uma série de aventuras, principalmente amorosas, quando começa a viver em Paris. Lá divide o apartamento com Valentina e por intermédio dela faz seus primeiros amigos relacionados ao cinema. É quando Etienne conhece Jean-Noël (Gonzague Van Bervesselès) que o apresenta à Mathias Valence (Corentin Fila), o estereótipo do aluno problema talentoso.


A amizade entre Etienne e Mathias estabelece-se, em primeira instância, em função da antipatia a William (colega de classe com um cinema de tendências comerciais), e perdura com tal intensidade, ao menos por parte de Etienne, que não é exagerado cogitar a possibilidade de um romance, que acaba não acontecendo, entre os dois. Etienne rompe com Lucie, a namorada que deixa no interior, não sem antes traí-la, e Valentina é sucedida por Annabelle enquanto colega de apartamento. Etienne consegue um emprego, onde conhece Barbara e ganha a simpatia de um professor que o auxilia ao longo de sua jornada em busca do diploma. A partir daí o núcleo dos personagens principais está estabelecido e desenrola-se uma verdadeira quadrilha de Drummond: Lucie amava Etienne, que amava Annabelle, que amava Mathias, que não amava ninguém. Jean-Noel amava Etienne, que não amava Valentina. Jean-Noel alia-se a William, que não amava Mathias. Mathias suicidou-se, Lucie ficou para titia e Etienne termina com Bárbara que não havia entrado na história.


Embora os minirromances sejam o que preenche o filme e o fio condutor a graduação de Etienne e seus desafios, são as questões discutidas pelas personagens acerca do próprio cinema que conferem certo charme à produção. Nesse ponto, "Paris 8" ("Mes Provinciales") é metalinguagem, é um filme discutindo sobre filmes. Um diretor que dedicou toda a vida a estudar filmes, filmando a juventude estudando filmes. Justamente por se tratar de um filme feito por um professor de cinema sobre alunos de cinema, muitas das questões giram em torno de temas caros aos cinéfilos e à cinefilia. “Eu gosto de cinema, não de imagens” diz Etienne, pautando a questão: O que é um filme? Ou quando Annabelle pergunta à Mathias Valence: “Você acredita que os filmes podem salvar o mundo?” tensionando o papel da arte enquanto transformadora da realidade.


É claro que um filme não deixa de ser uma sucessão de imagens, dispostas de certa maneira dentro de uma linguagem relativamente pré-estabelecida, fixadas em película ou em arquivo digital. No entanto, nem o mais literal dos humanos se satisfaria com essa resposta. Por um motivo simples: o que descrevemos foi apenas o aparato técnico necessário para que se faça um filme. O que nos leva a assisti-lo definitivamente não é a sua forma material, mas justamente o que emana dela. Um filme, ou pelo menos um bom filme, são as experiências subjetivas do autor dispostas em uma história contada em linguagem cinematográfica. A vida não é preto no branco e por isso o valor da arte está na capacidade de trazer à tona o espectro cinza que existe entre o certo e o errado, o bom e o mau, o bonito e o feio. De nada vale a sucessão de planos e enquadramentos se não estiverem se desdobrando nestas áreas cinza, próprias à condição humana, não será nada além de imagens se sucedendo da forma mais artificial e tediosa possível.


O Cinema só vale a pena quando é uma arte dos “entres”. Talvez fosse essa a grande tensão entre as personagens Mathias Valence e William. Embora este último conseguisse realizar filmes tecnicamente bons, filmes que “parecem filmes de verdade” - segundo um colega de sala - não fossem filmes que conseguissem dialogar com aquilo que é tanto sua matéria prima quanto seu consumidor final: o ser humano. Fora isso, "Paris 8" tem uma trama simples, com a narrativa linear desenrolando-se em quatro capítulos e é filmado em preto e branco, tem longa duração (137 minutos), o que somado à preferência do autor pelas cenas com o enquadramento fechado, marca registrada de Civeyrac - a julgar por outro filme dele que assisti - "À Travers La Forêt" (2005), disponível com legendas em inglês no Youtube - pode incomodar gerando certa claustrofobia visual.

"Paris 8" é um filme que pode interessar a um público de cinéfilos, em parte pelo conteúdo e referências que faz, como a professora da universidade citando Fellini, Antonioni, Dario Argento, Mario Brava como exemplos de excelência do cinema italiano, e em parte pela relação autor filme extrínseca à obra. Mas que possivelmente encontraria uma resistência do grande público principalmente pela sua longa duração e seu registro em preto e branco. Feitas as devidas ressalvas, é um filme que eu recomendaria para quem estiver disposto a experimentar algo fora do circuito mainstream do cinema mundial.



Ficha técnica:
Direção e roteiro: Jean Paul Cuveryac
Produção: A Real Passion
Distribuição: Cineart Filmes
Duração: 2h17
Gênero: Drama
País: França

Tags: #Paris8, #JeanPaulCuveryac, #cinefilia, #CineartFilmes, #cinemas.cineart, #CinemanoEscurinho

quinta-feira, 10 de maio de 2018

"A Noite do Jogo", comédia comum salva por um bom elenco

Annie e Max formam uma dupla de jogadores viciados em jogos caseiros (Fotos: Warner Bros. Pictures/Divulgação)

Maristela Bretas


Jason Bateman e Rachel McAdams formam um casal bem sincronizado nos diálogos e nas cenas de ação cômicas, mas o talento de ambos foi mal explorado pelos diretores de "A Noite do Jogo" ("Game Night"), que entregam uma comédia comum, com poucas cenas engraçadas, que foi salva graças à dupla.

A história é interessante e leva o público a várias conclusões para a trama que envolve três casais amigos viciados em jogos caseiros, comandados por Max (Jason Bateman) e Annie (Rachel McAdams). Até que um dia, o irmão de Max, o bon vivant Brooks (Kyle Chandler) aparece para apimentar a noite de jogos do grupo propondo algo mais pesado e realista, com direito a sequestro de um dos participantes, assassinato e um grande prêmio no final.


O que o grupo não imaginava era que acabaria envolvido num esquema criminoso de tráfico de drogas que colocaria a vida de todos em risco. Isso sem contar o vizinho sinistro, Gary (Jesse Plemons), que é policial e anda com um cachorrinho branco de estimação para todo lado querendo participar das partidas. A partir daí, "A Noite do Jogo" toma vários rumos, levando a finais inesperados. Esse é ponto que agrada nesta comédia de ação. Mas faltaram mais situações engraçadas. 


Os diretores Jonathan Goldstein XII e John Francis Daley (que dirigiu "Férias Frustradas" - 2015 e também interpretou o psiquiatra Sweets, da série de TV "Bones", de 2007 a 2014) deram uma de Stan Lee e também fizeram uma ponta como atores, enquanto Jason Bateman além de ator também foi um dos produtores.

"A Noite do Jogo" é uma comédia que não marca, mas atende como entretenimento de sessão da tarde. O tema escolhido tão bom poderia ter sido um grande sucesso, mas foi mal aproveitado.



Ficha técnica:
Direção:  Jonathan Goldstein (XII) // John Francis Daley
Produção: New Line Cinema // Warner Bros. Pictures
Distribuição: Warner Bros. Pictures Brasil
Duração: 1h39
Gêneros: Ação / Comédia
País: EUA
Classificação: 14 anos
Nota: 3 (0 a 5)

Tags: #ANoiteDoJogo, #JasonBateman, #RachelMcAdams, #comedia, Ação, #WarnerBrosPictures, #NewLineCinema,  #cinemas.cineart, #CinemanoEscurinho

sábado, 5 de maio de 2018

"Vingadores - Guerra Infinita" é o melhor filme da Marvel em bilheteria, mas perde em final para "Guerra Civil"

Nova produção leva às telas o maior e mais mortal confronto entre o vilão Thanos e mais de 20 dos principais super-heróis da Marvel (Fotos: Marvel Studios/Divulgação)

Maristela Bretas


O mais novo sucesso da Marvel Studios confirmou nesta sexta-feira que veio para fazer história e deixar ainda mais ansiosos os fãs dos super-heróis. Em apenas dez dias de sua estreia, "Vingadores - Guerra Infinita" ("Avengers - Infinity War") ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em bilheterias mundiais, ganhando de "Star Wars - O Despertar da Força" que chegou a este número em 12 dias. Seis anos se passaram desde o primeiro filme que reuniu os super-heróis da Marvel para formarem os "Vingadores". 


E nada melhor que oferecer ao público algo grandioso em todos os sentidos, a começar pelo orçamento de US$ 300 milhões, o mesmo de "Liga da Justiça", da concorrente DC Comics. Mas infinitamente melhor, o que ficou comprovado mais uma vez pela arrecadação nas bilheterias. Sem contar que "Guerra Infinita" só estreia na China dia 18 de maio.

Os diretores e irmãos Joe e Anthony Russo repetiram a fórmula do excelente "Capitão América: Guerra Civil" (que mais parece outro filme dos "Vingadores") e entregaram uma produção emocionante e empolgante em quase todo o desenrolar da história, mas que frustra no final, apesar de ser o esperado. O elenco reúne os principais super-heróis da franquia em 2h36 de duração de filme que passam num piscar de olhos. Tudo está na medida certa, a produção é impecável nos efeitos visuais, locações (até o Brasil entrou no mundo dos Avengers), trilha sonora "trincando" de Alan Silvestri e, principalmente, um enredo redondinho, como nos Quadrinhos.

Até mesmo a escolha das cores nas cenas de cada grupo de heróis reflete sua marca, como é o caso dos Guardiões da Galáxia, sempre em bem coloridas, ao contrário dos tons pastéis do sisudo Capitão América e da Viúva Negra. Star Lord/Peter Quill (Chris Pratt) e sua turma também ganharam o melhor tema de apresentação - "Rubberband Man", do grupo The Spinners, sucesso dos anos 70. Por falar em trilha sonora, só ela já valeria o ingresso, a começar pela música principal da franquia dos Vingadores, composta por Alan Silvestri, que volta renovada e chega a dar arrepios.


Os diretores poderiam ter problemas ao reunir mais de 20 super-heróis Marvel numa mesma produção, mas até nisso "Vingadores - Guerra Infinita" foi "foda". As participações foram bem divididas de acordo com a importância que cada personagem tinha na história - desde a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) a Thor (Chris Hemsworth) e Homem de Ferro/Tony Stark (Robert Downey Jr.). Todos tiveram presenças marcantes e foram essenciais para que o filme entregasse o que era esperado pelos fãs.



Mas a grande estrela de "Vingadores - Guerra Infinita" é, sem qualquer dúvida, Thanos, o maior e melhor vilão que a Marvel já criou e conseguiu trazer para as telas de cinema. Interpretado por Josh Brolin (que volta em breve no papel de Cable, inimigo de Deadpool no segundo filme do anti-herói), o titã louco vinha sendo citado em vários filmes dos Vingadores, mas ganhou destaque em "Guardiões da Galáxia Vol. 2" e "Thor - Ragnarok". A partir daí, o personagem se tornou conhecido do público de cinema e a figura mais esperada para o terceiro filme dos Vingadores.

E não deixou por menos, com ou sem as joias do infinito. Por seu caminho, Thanos vai deixando um rastro de destruição e morte de heróis e figuras marcantes do Universo Marvel. Mas nem mesmo isso faz com que o poderoso destruidor de mundos seja odiado. Cruel e impiedoso, ele também mostra suas fraquezas e a maior delas pode por fim ao seu império. O Thanos de Josh Brolin chega a ofuscar alguns super-heróis nas cenas em que aparece.

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E se o vilão tem seu lado sentimental, não tão diferente estão os ex-Vingadores, separados desde a luta final em "Guerra Civil". Cheios de mágoas, alguns vivem na clandestinidade como o Capitão América/Steve Rogers (Chris Evans), a Viúva Negra/Natasha (Scarlett Johansson) e o Falcão (Anthony Mackie). Outros como os queridinhos do governo, como Tony Stark e ainda aqueles que preferem não aparecer, como o Homem-Aranha/Peter Parker (Tom Holland) e Doutor Estranho/Stephen Strange (Benedict Cumberbatch). 


Eles agora precisam se reencontrar e unir forças contra Thanos, o mal maior que pode dizimar metade do planeta se conseguir conquistar as seis joias coloridas do infinito - mente/amarela, alma/laranja, poder/roxa, tempo/verde, realidade/vermelha e espaço/azul.


O vilão agora se dirige à Terra e ameaça dizimar metade de sua população num estalar de dedos e a ajuda de um exército. A equipe de super-heróis terá de se dividir para combater os seguidores de Thanos espalhados pela galáxia. Essa divisão tem várias passagens engraçadas, com destaque para os diálogos de Star Lord com Thor ou com Tony Stark, seja na terra ou no espaço. 


O lado cômico consegue atingir também o Capitão América, que é zoado por Thor em plena batalha. O pau quebrando em volta e um reparando no modelito do outro. O jovem Homem-Aranha também dá seus pitacos nas conversas, no estilo aprendiz de Vingador, e se sai muito bem. Até mesmo Hulk/Bruce Banner (Mark Ruffalo) resolve ter crise de abstinência de luta e vira um problemão para sua cara-metade.


A alta definição da gravação, toda feita no sistema Imax, foi cruel com alguns protagonistas. Após dez anos desde que passaram a interpretar seus personagens, as marcas do tempo se destacam nos rostos de Robert Downey Jr., Mark Ruffalo e Chris Evans. Mas não tiram o charme de nenhum deles , só acrescentam experiência. Ganha o público que tem super atores nos papéis principais e fazem de "Vingadores - Guerra Infinita" o melhor dos três filmes dos Avengers até o momento, empatando com "Capitão América - Guerra Civil" entre as produções da Marvel Studios.



Atenção na pegadinha da cena de confronto para conseguir notar a diferença entre o trailer e o filme em exibição. E também é essencial assistir a cena após toda a ficha técnica, que explica melhor o final de "Vingadores 3". E dá o gancho para a sequência com a possível entrada de um novo membro ao time - a Capitã Marvel, papel entregue a Brie Larson, cujo filme solo estreia em fevereiro de 2019. Agora é esperar o quarto filme dos Avengers (nem dá para dizer se será o último), com estreia marcada para o dia 2 de maio de 2019.



Ficha técnica:
Direção: Joe e Anthony Russo
Produção: Marvel Studios
Distribuição: Disney/Buena Vista
Duração: 2h36
Gêneros: Aventura / Ação
País: EUA
Classificação: 12 anos
Nota: 4,8 (0 a 5)

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