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22 julho 2021

“Um Lugar Silencioso - Parte II” proporciona experiências ainda mais aterrorizantes

Após meses, os sobreviventes da família Abbott continuam lutando para escapar da infestação de monstros que dominou sua cidade (Fotos: Jonny Cournoyer/Paramount Pictures)


Carolina Cassese


A aguardada sequência de "Um Lugar Silencioso" (2018) foi mais uma das produções que encontrou dificuldades para estrear nos cinemas por conta da pandemia. O primeiro filme, centrado na família Abbott, que precisa se manter em silêncio para sobreviver, fez bastante sucesso e conquistou fãs ao redor do mundo inteiro. 

Esses espectadores, é claro, não viam a hora de conferir “Um Lugar Silencioso II - Parte II” ("A Quiet Place - Part II), também assinado por John Krasinski. Após o lançamento ter sido adiado duas vezes, a produção finalmente chegou às telas brasileiras nesta quinta-feira (22), incluindo cinemas de Belo Horizonte.


Três anos atrás, no lançamento do primeiro filme, muitos espectadores reforçavam a importância de assistir "Um Lugar Silencioso" no cinema, pois o fantástico trabalho de som é melhor percebido nesse ambiente. 

Para a continuação, o mesmo segue sendo bastante verdadeiro: faz toda a diferença assistir o filme na tela grande e poder diferenciar (ou se deixar impactar por) cada ruído. No entanto, como no Brasil a situação sanitária ainda não está controlada, não é sempre possível fazer essa recomendação. 


Logo na primeira cena, somos levados de volta para o momento da invasão alienígena, quando tudo começou. Além de servir como uma boa introdução para aqueles que por acaso não viram o primeiro longa, o prólogo introduz informações relevantes e garante excelentes cenas de ação.

É evidente que, após mais de um ano de pandemia, nosso olhar para filmes pós-apocalípticos é outro. Por mais que a realidade de "Um Lugar Silencioso" ainda pareça consideravelmente improvável, podemos nos identificamos com a sensação de presenciar a chegada do desconhecido, de um elemento externo que nos amedronta e nos obriga a alterar o cotidiano.


Após termos uma amostra de como aquela invasão rapidamente alterou a vida de todos, “Um Lugar Silencioso II” avança para o dia 474, quando o primeiro longa termina. Evelyn (Emily Blunt), Regan (Millicent Simmonds), Marcus (Noah Jupe) e o recém-nascido, membros sobrevivente da família Abbott, estão lutando para escapar da infestação de monstros. 

Confira os que John Krasinski e Emily Blunt falam sobre o que os fãs podem esperar do filme.


Dessa vez, o diretor escolhe separar a história em dois fios narrativos, que dialogam bastante entre si. Nos pegamos torcendo bastante pelos membros da família e também por novos personagens, que encaram ameaças diversas.

Se o primeiro filme já consegue nos deixar bem apreensivos, o segundo cumpre essa missão com ainda mais primor. O longa apresenta muitos momentos de tensão, brilhantemente bem executados. 

As ótimas atuações dos membros da família, especialmente de Millicent Simmonds e Noah Jupe, e de Cillian Murphy, como Emmet, sem dúvida nos auxiliam a acreditar naquela realidade e a torcer por todos aqueles personagens, que agora estão muito mais maduros e preparados para as adversidades.


O ritmo da produção é outro ponto positivo a ser destacado. Há sem dúvidas primordiais momentos de respiro, mas estamos o tempo inteiro conectados e engajados com a história. Não vemos o tempo passar e até mesmo tomamos (mais um) susto quando a tela escurece, anunciando o fim do filme. O que fica é um significativo gosto de “quero mais”. 

A confirmação do terceiro filme da franquia é, portanto, uma excelente notícia para todos nós que nos envolvemos com o drama da família Abbott, que agora se une a novos personagens.


Ficha técnica:
Direção e roteiro: John Krasinski
Distribuição: Paramount Pictures
Duração: 1h37
Exibição: Nos cinemas
Classificação: 14 anos
País: EUA
Gêneros: Suspense / Terror

08 junho 2021

Aos 40 anos, "Indiana Jones" retorna de cara nova

Os quatro filmes estão disponíveis para Apple TV e plataformas digitais (Crédito: Paramount Home Entertaiment/Divulgação)


Da Redação


Quarenta anos depois, os fãs de Indiana Jones vão poder curtir novas versões do herói de chapéu e chicote nos quatro filmes da franquia. Sucesso desde 12 de junho de 1981 quando "Os Caçadores da Arca Perdida" ("Raiders of the Lost Ark") estreou no cinema, Indiana Jones, interpretado por Harrison Ford, continua cativando e atraindo novos seguidores. 

Em homenagem à data, o clássico e suas sequências estão sendo relançados, a partir desta terça-feira (8), em 4K na Apple TV com Dolby Vision e HDR-10 para qualidade ultra-vivid picture. Já a versão remasterizada será disponível para as plataformas digitais Google Play, Net Now e Sky.


Cada filme foi meticulosamente remasterizado a partir dos negativos originais com um trabalho extenso de efeitos visuais para garantir uma imagem na mais alta qualidade. Todo o trabalho foi aprovado pelo diretor de todos os filmes, Steven Spielberg.

Os quatro filmes foram também remixados na Skywalker Sound sob a supervisão do designer de som Ben Burtt, para criar a trilha sonora. Os elementos de som originais foram usados para alcançar um completo e imersivo mix Dolby Atmos e ao mesmo tempo manter toda intenção criativa original do filme.


Os filmes na Apple TV terão sete horas de conteúdo extra:
No set com os Caçadores da Arca Perdida
- Da Floresta ao Deserto
- Da Aventura para Lenda

Criando os Filmes
- Criando os Caçadores da Arca Perdida (documentário de 1981)
- Criando os Caçadores da Arca Perdida
- Criando Indiana Jones e o Templo da Perdição
- Criando Indiana Jones e a Última Cruzada
- Criando Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (HD)
 

Bastidores
- Os dublês (stunts) de Indiana Jones
- O Som de Indiana Jones
- A Música de Indiana Jones
- A Luz e Magia de Indiana Jones
- Caçadores: A Cara Derretida!
- Indiana Jones e as criaturas rastejantes (com pop-ups opcionais)
- Viaje com Indiana Jones: Locações (com pop-ups opcionais)
- As mulheres de Indy: The American Film Institute Tribute
- Amigos e Inimigos de Indy
- Props icônicos (Reino da Caveira de Cristal) (HD)
- Os efeitos de Indy (Reino da Caveira de Cristal) (HD)
- Aventuras na pós-produção (Reino da Caveira de Cristal) (HD)

Uma verdadeira viagem de volta ao mundo do herói em alta qualidade, digna dos fãs da franquia, que agora está sendo disponibilizada pela Paramount Home Entertainment.


Ficha Técnica
Direção: Steven Spielberg
Produção: LucasFilm
Filmes: "Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida", "Indiana Jones e O Templo da Perdição" e "Indiana Jones e A Última Cruzada"
Classificação: 14 anos
"Indiana Jones e O Reino da Caveira de Cristal"
Classificação: 12 anos

14 janeiro 2021

Ótimos filmes exibidos em 2020 que valem a pena ser vistos e revistos

Divulgação
 

Maristela Bretas


Com as salas de cinema fechadas por causa da pandemia de Covid -19 por oito meses, os amantes da Sétima Arte conseguiram assistir apenas alguns dos grandes lançamentos previstos para serem exibidos na telona em 2020. Quem saiu ganhando foram as plataformas de streaming, que conquistaram o público oferecendo uma maneira mais fácil, segura e confortável para curtir ótimas produções.

Não são poucos os sucessos oferecidos, nos mais diversos gêneros - suspense, aventura, drama, romance, animação ou policial. Se você está procurando um bom filme para ver sentadinho no sofá com um balde pipoca, aqui vão algumas indicações dos colaboradores do Cinema no Escurinho que valem a pena.

Tem até ganhadoras do Oscar 2020 que entraram no circuito comercial no início do ano passado e que já estão disponíveis para TV, smartphone ou tablet. Se quiser saber mais sobre algumas produções, clique nos links e confira as críticas. Uma boa diversão!

Divulgação

Jean Piter Miranda

- Ninguém Sabe Que Estou Aqui (Netflix)
- O Caminho de Volta (Google Play Filmes)
- O Diabo de Cada Dia (Netflix) 
- Você Nem Imagina (Netflix)
- Enola Holmes (Netflix)
- Mulher Maravilha 1984 (Cinema/Warner Bros. Pictures)
- Mulan (Disney+) 
- Rede de Ódio (Netflix)
- O Dilema das Redes (Netflix) 
 
Divulgação
 

Mirtes Helena Scalioni

- Os Miseráveis (Cinema/Paramount Pictures)
- Você Não Estava Aqui (Cinema/Vitrine Filmes)
- O Bar (Netflix)
- Adú (Netflix) 
- Rosa e Momo (Netflix) 
- AmarElo (Netflix)

Divulgação

Maristela Bretas

- Jojo Rabbit (Cinema/Fox Films) 
- O Homem Invisível (Cinema/Universal Pictures) 
- 1917 (Cinema/Universal Pictures) 
- O Caso Richard Jewell (Cinema/Warner Bros. Pictures)  
- Adoráveis Mulheres (Cinema/Sony Pictures)
- Umbrella - curta de animação (estará disponível gratuitamente no canal do Youtube da Stratostorm até 21/01/2021)
- Soul (Disney+)
- O Escândalo (Cinema/Paris Filmes)  
- Trilogia do Baztán (Netflix) 
 

17 novembro 2019

"O Exterminador do Futuro - Destino Sombrio" - Saudosismo com ótimos efeitos especiais

Arnold Schwarzenegger e Linda Hamilton se reencontram 28 anos depois do segundo filme (Fotos: Paramount Pictures/Divulgação)

Maristela Bretas


Arnold Schwarzenegger, Linda Hamilton e James Cameron se reencontram 28 anos depois para concluírem muito bem a franquia "O Exterminador do Futuro". Desde o segundo filme da saga - "O Julgamento Final" (1991), dirigido por Cameron (como no primeiro de 1984) e que contou com os dois atores, que as histórias foram ficando cada vez mais fracas e esquecíveis. Não fizeram jus ao original, um dos grandes sucessos do cinema de ficção científica dos anos de 1980 que mostrava um fim do mundo apocalíptico e dominado pelas máquinas. 


Foi preciso a produção deste sexto filme - "O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio" ("Terminator: Dark Fate") -, reunindo os icônicos personagens Sarah Connor e o robô T-800, além do diretor (que aqui é um dos produtores), para que a saga tivesse uma continuação merecida. E que pode ganhar mais uma sequência com "Terminator 7", sob a direção de James Cameron novamente, ainda sem data de lançamento.


O novo filme, dirigido por Tim Miller, dá uma sensação de saudosismo com o retorno dos dois atores, que não escondem as marcas do tempo em seus rostos. Linda, aos 63 anos, assim como Arnold, de 72, mostra que o talento amadureceu com ela. A atriz está ótima e é, como há 35 anos, o centro de toda a história, agora contando com duas novas atrizes ao seu lado para mostrar a força do elenco feminino. Mackenzie Davis ("Blade Runner 2049", de 2017) é Grave, uma humana aprimorada enviada à Terra para proteger Dani, operária de fábrica vivida por Natalia Reyes, que vai liderar a resistência às máquinas.


E o novo vilão, Rev-9 (Gabriel Luna) está atrás de Dani. Ele é como o T-1000, mas trocando o metal cromado, que encantou a todos, por uma gosma preta semelhante ao piche de "Venom" e um endoesqueleto que consegue se dividir em duas unidades quando a necessidade aparece. Rev-9 tem a capacidade de se moldar ao ambiente, diluir-se em substâncias sintéticas e apresentar sua constituição robótica original. Uma tecnologia diferente e bem mais avançada que a dos ¬ filmes anteriores.


"Destino Sombrio" é como uma volta às origens, com a luta entre velhos e novos inimigos, acertos do passado e avançados efeitos especiais para recontar uma história que muitos que assistiram ao primeiro filme já conhecem. Claro que, para retomar a saga era preciso que o primeiro vilão robótico fizesse parte. Como prometeu no passado - "I' ll be back" -, o Terminator Arnold Schwarzenegger voltou, para desespero de Sarah Connor e alegria dos fãs. Mais humano e charmoso de barba branca, o T-800 aposentou seu lado máquina, mas não esqueceu o quanto ainda pode ser letal. Assim como sua inimiga, a quem terá de se unir contra um inimigo maior para salvar uma jovem que é a chave da nova trama.


Alguns furos no roteiro não tiram o mérito de O Exterminador do Futuro - Destino Sombrio. Esqueça os filmes 3, 4 e 5, eles são dispensáveis. A Skynet foi derrotada por Sarah Connor e o filho John e deixa de existir no futuro. Mas uma nova ameaça surge no lugar dela, a Legião, que envia Rev-9 para matar Dani. Como a Skynet fez no primeiro filme, enviando o T-800 para acabar com Sarah. Se ainda não viu o primeiro e o segundo longas, assista antes para entender esta luta entre passado e futuro.

Mas uma coisa é fato: faltou uma boa trilha sonora, vigorosa como nas duas primeiras produções. Não tem o rock do Guns N’ Roses e nem a possante e estilosa Harley-Davidson guiada por T-800. Mas tem muitas cenas de ação, bem no estilo "Missão Impossível".


Ficha técnica:
Direção: Tim Miller
Produção: Skydance Productions / Paramount Pictures
Distribuição: Fox Film do Brasil
Duração: 2h09
Gêneros: Ação / Ficção
Nacionalidade: EUA
Classificação:  14 anos
Nota: 3,5 (0 a 5)

Tags: #OExterminadorDoFuturoDestinoSombrio,  #exterminadordofuturo #JamesCameron, #ArnoldSchwarzenegger, #LindaHamilton, #ParamountPictures, #FoxFilmDoBrasil, #20thCenturyFox, #Skydance , #Productions, @cinemaescurinho, @cinemanoescurinho

07 outubro 2019

"Predadores Assassinos" bons sustos e efeitos visuais que garantem toda a ação

Kaya Scodelario é a jovem que volta à sua cidade para salvar o pai durante um furacão e ataque de jacarés (Fotos: Paramount Pictures/Divulgação)

Maristela Bretas

Infelizmente pouco divulgado, "Predadores Assassinos" ("Crawl") é um bom filme, melhor que muitos em cartaz e cumpre o que promete - terror e tensão do início ao fim, com boa atuação de Kaya Scodelario. Ela volta a atuar ao lado de Barry Pepper depois da franquia "Maze Runner" - "Prova de Fogo" (2015) e "A Cura Mortal" (2016). Kaya também participou do primeiro filme da trilogia - "Correr ou Morrer" (2014), além de "Ted Bundy - A Irresistível Face do Mal" (2019).


Os efeitos visuais garantem as melhores cenas de ação, desde o furacão que se aproxima da cidade aos ataques dos gigantescos jacarés. Para quem não gosta de ver pessoas sendo devoradas por estes monstros, o conselho é passar longe das salas onde o filme está sendo exibido.

"Predadores Assassinos" não oferece diálogos cômicos em momento algum. É um filme feito para assustar e consegue isso muito bem, mesmo com o público sabendo que vai acontecer alguma coisa perigosa ou devastadora. Existem mocinhos no filme? Com certeza, mas não convencem muito. Os vilões, como sempre são bem mais interessantes. No caso, os jacarés, com sua boca enorme e um apetite voraz, capazes de devorar uma pessoa em poucos minutos.


Não espere um "Sharknado" ou um "Piranhas Assassinas". Esta produção, dirigida por Alexandre Aja, está mais para "Tubarão", com ótimos recursos durante a carnificina geral, porém sem o charme do clássico de 1975 de Steven Spielberg. Até pelo elenco, formado quase em sua totalidade por atores de segundo (ou terceiro) escalão. A impressão que dá é que eles só estão lá para encherem a barriga dos "bichinhos" que ocupam as ruas e prédios da cidade.


Na história, um enorme furacão atinge uma cidade na Flórida. Haley (Kaya Scodelario) ignora as ordens das autoridades para deixar o local e vai procurar seu pai desaparecido (Barry Pepper). Ao encontrá-lo gravemente ferido, os dois ficam presos na inundação. Enquanto o tempo passa, Haley e seu pai descobrem que o aumento do nível da água traz inimigos inesperados: gigantescos jacarés. 

"Predadores Assassinos" não escapa dos clichês, comuns nesse tipo de filme. E ainda oferece um final que só faltou mostrar uma bandeira dos EUA tremulando ao fundo, como em "O Ataque" (2013). Palmas para os crocodilos que conseguem diferenciar quem é importante e quem pode ser devorado e para as cenas de tensão que provocam bons sustos no público. Vale a pena conferir.


Ficha técnica:
Direção: Alexandre Aja
Produção: Paramount Pictures
Distribuição: Paramount Pictures
Duração: 1h28
Gênero: Terror
País: EUA
Classificação: 16 anos
Nota: 3 (0 a 5)

Tags:#PredadoresAssassinos, #ParamountPictures, #KayaScodelario, #Alexandre Aja, #suspense, #terror, #crocodilos, #espacoZ, @cinemaescurinho, @cinemanoescurinho

16 agosto 2019

O terror volta às salas de cinema dia 26 de setembro com "Predadores Assassinos"


Da Redação


A nova produção da Paramount Pictures, "Predadores Assassinos", que já provocou tensão nas salas de cinema ao redor do mundo marca sua estreia no Brasil em 26 de setembro. Na história, um enorme furacão atinge uma cidade na Flórida. Haley (Kaya Scodelario) ignora as ordens das autoridades para deixar o local e vai procurar seu pai desaparecido (Barry Pepper). Ao encontrá-lo gravemente ferido, os dois ficam presos na inundação. Enquanto o tempo passa, Haley e seu pai descobrem que o aumento do nível da água traz inimigos inesperados: gigantescos crocodilos. 

Confira abaixo o trailer desse aterrorizante suspense dirigido por Alexandre Aja ("Viagem Maldita").


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30 abril 2019

"Sonic - O Filme" ganha primeiro trailer e cartaz oficiais


A Paramount divulgou nesta terça-feira (30) o primeiro trailer e cartaz oficiais de #SonicOFilme, uma aventura live-action baseada na franquia mundial de video game da Sega que conta a história do ouriço azul mais famoso do mundo. A produção tem previsão de estreia no Brasil em 23 de janeiro de 2020.  

O filme segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu recém-descoberto melhor amigo humano Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar o mundo. No filme também estrelam Tika Sumpter e Ben Schwartz como a voz do Sonic, que no Brasil será dublado por Manolo Rey.

"Sonic:O Filme" ("Sonic The Hedgehog") é dirigido por Jeff Fowler e produzido pelo diretor de "Deadpool" (2016), Tim Miller, e pelo produtor de "Velozes e Furiosos" (2001), Neal H. Moritz,. 



Tags: #SonicOFilme, #Sonic, #Sega, #ParamountPictures, #JamesMarsden, #JimCarrey, @aventura, #liveaction, #game, @cinemaescurinho

08 fevereiro 2019

Confira pôster e trailer novos de "Cemitério Maldito", do mestre do terror Stephen King

Com estreia marcada para 4 de abril, o terror "Cemitério Maldito" ganha pôster e trailer inéditos lançados pela Paramount Pictures. A direção é de  Kevin Kölsch e Dennis Widmyer, baseado no livro "o Cemitério", do mestre do terror e suspense, Stephen King. 

Segundo Kevin Kölsch, a intenção com o filme é fazer com que as pessoas pensem. "Cemitério Maldito" é um filme maduro e psicológico, que aborda tanto a emoção humana quando os sustos e o terror. "Ele irá assustar os adolescentes porque é sobrenatural e tem personagens clássicos como Pascow e Zelda. Mas também algo que assustará os pais, devido ao que acontece no filme", afirmou.

O longa conta a história do Dr. Louis Creed (Jason Clarke), que, depois de mudar com sua esposa Rachel (Amy Seimetz) e seus dois filhos pequenos de Boston para a área rural do Maine, descobre um misterioso cemitério escondido dentro do bosque próximo à nova casa da família. Quando uma tragédia acontece, Louis pede ajuda ao seu estranho vizinho Jud Crandall (John Lithgow), dando início a uma reação em cadeia perigosa que liberta um mal imprevisível com consequências horripilantes.

Stephen King escreveu a obra que deu origem ao filme e demorou três anos para entregar a seu editor, assombrado com o resultado. De acordo com o produtor Lorenzo di Bonaventura, o trabalho do autor vai além do terror. “A razão de estar fazendo um filme baseado no livro de Stephen King é porque ele é sobre algo que não é terror, que é a ligação emocional entre um adulto e seu filho. Aquela dúvida sobre ‘até onde você iria para ver seu filho novamente?’ ou ‘até onde você iria para proteger seu filho?’. Eu ainda acho o livro profundamente assustador nos dias de hoje. Ele é primordial”.


Ficha técnica:
Direção: Kevin Kölsch e Dennis Widmyer
Distribuição: Paramount Pictures
Duração: 1h48
Gênero: Terror
País: EUA

Tags: #CemiterioMaldito, #PetSematary, #StephenKing, #JasonClarke, #JohnLithgow, #ParamountPictures, #cinemanoescurinho

12 novembro 2018

"Operação Overlord" - terror, guerra, muita ação e a marca de J.J.Abrams

Jovan Adepo e Wyatt Russell vão enfrentar supersoldados indestrutíveis criados por nazistas para vencerem o conflito (Fotos: Peter Mountain/Paramount Pictures)


Maristela Bretas


Misturar 2ª Guerra Mundial com terror (não confunda com atrocidades) é possível? Para o produtor J.J. Abrams e o diretor Julius Avery sim. E, de quebra, com muita ação e um elenco pouco estrelado que entrega um ótimo filme. Tudo isso está em "Operação Overlord", produção que em cartaz nos cinemas e que tem a invasão da Normandia (o conhecido "Dia D") como ponto de partida para virar a história e se tornar um ótimo filme de terror/ficção sobre as experiência científicas realizadas pelos nazistas em instalações secretas num vilarejo francês.

Usar a 2ª Guerra Mundial como tema de filme já está mais que manjado e cansativo, era preciso criar um viés completamente diferente, partindo para o terror com seres humanos servindo de cobaias para a criação, em um laboratório secreto, de supersoldados indestrutíveis, que serão usados pelos nazistas para vencerem o grande conflito e dominarem o mundo. Pode não ter sido desta forma, mas não são poucos os documentos encontrados pós-guerra abordando os experimentos do governo Hitler com esses objetivos.

Mesmo com alguns deslizes no roteiro, Avery e Abrams conseguiram entregar um bom filme, que provoca pulos na cadeira e arrepios com o quebrar de ossos. destaque para a atuação de Jovan Adepo ("Mãe!" e "Um Limite Entre Nós", ambos de 2017) que interpreta o soldado Boyce, e domina a ação, juntamente com Wyatt Russell, no papel do cabo Ford. As piadas e comentários sarcásticos ficam por conta de John Magaro, o soldado Tibbet, que não dispensa um chiclete.

Do lado dos vilões, e este assusta após se transformar, está Pilou Asbaek ("A Vigilante do Amanhã" - 2017), como o comandante alemão Wafner, que nas horas vagas corre atrás de Chloe, jovem francesa boa de tiro interpretada pela quase estreante Mathilde Ollivier.

Na história, uma tropa de paraquedistas norte-americanos é lançada atrás das linhas inimigas para uma missão crucial - explodir as comunicações dos alemães e facilitar o desembarque das tropas aliadas na Normandia. Apesar das muitas perdas, o pequeno grupo consegue chegar a seu destino, mas vai descobrir que a fortaleza nazista instalada numa igreja abriga mais que uma simples torre de transmissão e que coisas estranhas estão acontecendo com os habitantes do pequeno vilarejo onde ela está localizada.

Ambientação, trilha sonora, figurinos e reconstituição histórica da operação dos aliados estão ótimos. Mas é na maquiagem que a produção se supera, com um trabalho excelente de efeitos visuais de transformação assustadora de rostos e corpos deformados pelas experiências dos alemães.

Até mesmo os fãs de filmes de guerra vão gostar da linha adotada pelo diretor, que não dispensa a parte da guerra, com muitos tiros, explosões, tanques e metralhadoras, além dos medos dos soldados que estão indo para a batalha pela primeira vez, o racismo velado e o heroísmo dos norte-americanos (claro!). Vale muito a pena conferir.



Ficha técnica:
Direção: Julius Avery
Produção: Bad Robot / Paramount Pictures
Distribuição: Paramount Pictures
Duração: 1h50
Gêneros: Terror / Ação / Guerra
País: EUA
Classificação: 16 anos 
Nota: 4 (0 a 5)

Tags: #OperacaoOverlord, #JovanAdepo, #Wyat Russell, #JJAbrams, #JuliusAvery, #terror, #guerra, #ficçao, #ação, #ParamountPictures, #BadRobot, #espaçoz, #cinemas.cineart, #CinemaNoEscurinho

26 julho 2018

"Missão Impossível - Efeito Fallout", melhor filme da franquia é de tirar o fôlego

Tom Cruise se supera nas cenas de ação que predominam do início ao fim do filme (Fotos: Paramount Pictures/Divulgação)

Maristela Bretas


Tom Cruise fecha um ciclo e mostra que tem muito fôlego para outras sequências. Mas os roteiristas vão precisar de uma criatividade gigantesca para superar "Missão Impossível - Efeito Fallout", o melhor de todos os filmes da franquia. Nesta sexta sequência, o ator (também produtor desde o primeiro) fecha um ciclo, reunindo personagens que marcaram a trajetória do agente Ethan Hunt e sua equipe da IMF ao longo desses 22 anos, quando foi lançado o primeiro "Missão Impossível" em junho de 1996.

O filme é arrasador, prende o espectador do início ao fim em suas quase 2h30 de duração que passam sem que a gente perceba. O roteiro é redondo, soube amarrar bem fatos e personagens das produções anteriores. Mas o principal é a ação contínua, extremamente ágil, com uma trilha sonora acelerada que não deixa cair o ritmo do agente Ethan Hunt. 

As perseguições se tornam ainda mais reais e atraentes graças aos cenários escolhidos para as locações. "Efeito Fallout" oferece um versátil roteiro turístico - foi gravado em Londres, Paris, Berlim, Abu Dhabi e Nova Zelândia. O público sai "pilhado" do cinema. Simplesmente imperdível.

Aos 56 anos, Cruise é incansável, continua correndo feito um louco com um fôlego invejável, saltando de aeronaves e de prédios, brigando demais, trocando tiros com o inimigo e, principalmente, fazendo as melhores cenas de perseguições de carro e moto dos últimos tempos. A cena de luta num banheiro, que contou com a participação de Henry Cavill, é espetacular. De deixar muitos "Velozes e Furiosos" no chinelo.


Toda essa energia e o fato de dispensar dublês em muitas cenas de ação custaram ao ator com o sorriso mais lindo e encantador de Hollywood um tornozelo quebrado durante a gravação. O acidente fez o custo da produção subir para US$ 250 milhões, tornando-a a mais caro de toda a franquia e atrasando a produção por oito semanas. Mas pelo excelente filme que a Paramount está entregando ao público, este valor em poucos dias terá sido pago.

Em "Efeito Fallout", o astro da franquia volta à cena acompanhado de sua fiel equipe - Ving Rhames (como Luther Stickell, que o acompanha desde o início), Simon Pegg (Benji Dunn), além de Rebecca Ferguson (agente Ilsa Faust, do MI6), Alec Baldwin (chefe do IMF Alan Hunley) e, claro, o grande amor de Ethan, a médica Julia (Michelle Monaghan), que conheceu o agente em "Missão Impossível 3 (2006) e se casou com ele em "Protocolo Fantasma "(2011).

O novo filme também recebeu novos rostos famosos que vieram para atrapalhar o trabalho da equipe de Hunt. Em especial Henry Cavill (o Superman de "Liga da Justiça"), como o agente da CIA August Walker, Angela Bassett (chefe dele, Erica Sloane) e Vanessa Kirby (a traficante de armas Viúva Branca). Até mesmo antigos inimigos retornam para assombrar Hunt, como Solomon Lane, vivido por Sean Harris, que apareceu pela primeira vez, junto com Rebecca Ferguson em "Missão Impossível - Nação Secreta" (2015).

Até as melhores intenções às vezes voltam para assombrar Ethan Hunt. "Em Missão: Impossível – Efeito Fallout", uma missão que deu errado obriga o agente a reunir sua equipe da IMF para tentar evitar ataques terroristas com bombas nucleares em vários pontos do mundo. Para chegar aos artefatos antes que sejam acionados, ele terá de trabalhar com a CIA e antigos aliados, numa corrida contra o relógio. Um filme para faturar alto nas bilheterias do mundo todo a partir deste final de semana.



Ficha técnica:
Direção: Christopher McQuarrie
Produção: Skydance / Bad Robot / Paramount Pictures
Distribuição: Paramount Pictures Brasil
Duração: 2h30
Gêneros: Ação / Espionagem
País: EUA
Classificação: 14 anos
Nota: 5 (0 a 5)

Tags: #MissãoImpossívelEfeitoFallout, #Tom Cruise, #HenryCavill, #VingRhames, #SimonPegg, #RebeccaFerguson, #AlecBaldwin, #Sean Harris, #MichelleMonaghan, #ParamountPictures, #IMAX, #espaçoZ #cinemas.cineart, #CinemanoEscurinho

12 junho 2018

Cineart Boulevard e Sessão Azul exibem animação para crianças com autismo

Cineart Boulevard Shopping tem feito sessões especiais adaptadas a cada dois meses (Foto: Sessão Azul/Divulgação)

Maristela Bretas


Sábado é dia de cinema. O Cineart Boulevard Shopping, em parceria com o projeto Sessão Azul, vai dedicar a exibição das 11 horas da sala 1, no dia 16 de junho, a uma turma muito especial que vai poder curtir a divertida animação "Gnomeu e Julieta: Os Mistérios do Jardim", em versão dublada. Crianças com distúrbios sensoriais, especialmente as que sofrem com o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), e suas famílias terão a sessão de cinema adaptada. Os ingressos devem ser adquiridos na bilheteria do cinema e a meia entrada vai valer para todos.

Cineart Boulevard Shopping
(Foto: Rede Cineart/Divulgação)
A proposta é possibilitar a ambientação de crianças com TEA no cinema, permitindo a este público frequentar sessões regulares ao longo do tempo. Na sessão não haverá trailers comerciais, a sala de cinema vai permanecer com luzes levemente acesas, o som ficará mais baixo e a plateia tem liberdade de circulação e expressão, como cantar, andar, dançar e gritar. Em Belo Horizonte, as sessões são realizadas com o apoio do Centro de Medicina Integrada Victus, Coordenação Motora Infantil, Coletivo Padecendo no Paraíso e Sair do Casulo.


Sessão passada no Cineart Boulevard Shopping
(Foto: Sessão Azul/Facebook)
“Cada sessão conta com profissionais devidamente capacitados, que fazem o acompanhamento e a orientação às famílias de forma que as sessões funcionem como uma espécie de treinamento para as crianças na adaptação ao ambiente do cinema. Também há orientações para os pais sobre como lidar com as dificuldades de adaptação da criança ao novo ambiente, de forma que auxiliem diretamente para realizar e facilitar esta ambientação”, detalha a psicóloga Carolina Salviano, uma das idealizadoras do projeto e fundadoras da CapaciTEAutismo.

Sessão passada no Cineart Boulevard Shopping
(Foto: Sessão Azul/Facebook)
A decisão de iniciar a realização destas sessões, segundo ela, ocorreu após a entidade observar vários casos em que as famílias de pessoas com o Transtorno do Espectro do Autismo deixavam de ter um convívio social maior por receio da reação do autista em locais com muitos estímulos – como ir ao shopping, restaurantes, frequentar festas ou ir ao cinema. Além das poucas as opções de entretenimentos especializados para estas famílias no Brasil.

Sessão passada no Cineart Boulevard Shopping
(Foto: Sessão Azul/Facebook)
“Entendemos que o cinema exerce um papel de inclusão extraordinário que não podemos deixar de fora. Promover atividades culturais é uma extensão do trabalho terapêutico e o cinema é, também, uma forma de engajar familiares neste processo. A Cineart tem investido em parcerias que viabilizem o acesso de crianças e adultos que têm algum tipo de limitação às salas de cinema e o projeto Sessão Azul é uma delas”, reforça o gerente geral da Rede Cineart, Lúcio Ottoni.

O projeto Sessão Azul é realizado a cada dois meses em Belo Horizonte, sempre no Cineart Boulevard Shopping. As próximas sessões estão planejadas para os dias 18 de agosto, 20 de outubro e 15 de dezembro (sábados). A escolha do filme fica a critério do público, por meio de votação no site http://www.sessaoazul.com.br.


"Gnomeu e Julieta: Os Mistérios do Jardim"
(Foto: Paramount Pictures/Divulgação)
Sobre o filme

Dirigido por John Stevenson, o filme conta a história dos gnomos Gnomeu e Julieta, que chegam à Inglaterra, preocupados em preparar o jardim para a primavera e rever os amigos britânicos. No entanto,a dupla começa a perceber que os gnomos estão sendo sequestrados em toda a cidade. Eles recrutam os famosos detetives Sherlock Gnomes e seu fiel parceiro Watson para investigar o mistério do desaparecimento dos gnomos do jardim de Londres. A comédia de animação é uma sequência de "Gnomeu e Julieta" (2011) e foi produzida pela Metro Goldwyn Mayer, Paramount Pictures e Rocket Pictures, com 1h27 de duração e classificação livre.

Serviço:
Cineart e projeto Sessão Azul para crianças com Transtorno do Espectro do Autismo
Data: 16/06 (sábado)
Horário: 11 horas
Local: Sala 1 - Cineart Boulevard Shopping - Avenida dos Andradas, 3000 - 3ª piso - Santa Efigênia
Ingressos: na bilheteria, ao preço único de R$ 12,80 (meia para todos)
Versão: Dublada
Duração: 1h27
Classificação: Livre


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