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04 julho 2024

Minions roubam a cena novamente e arrasam em "Meu Malvado Favorito 4"

Gru e a família correm perigo e precisam se esconder de um vilão com sotaque francês e da namorada dele (Fotos: Illumination Entertainment) 


Maristela Bretas


Eles estão de volta, ainda mais engraçados e trapalhões. Os Minions não ganharam um terceiro filme, mas "Meu Malvado Favorito 4" ("Despicable Me 4"), que estreia nesta quinta-feira nos cinemas, é quase como uma continuação dos sucessos "Minions" (2015) e "A Origem de Gru" (2022). Os famosos baixinhos amarelos de macacão azul arrasam e roubam as cenas cada vez que aparecem, provocando boas gargalhadas. 


A famosa franquia, iniciada em 2010, com sequência em 2013, volta a reforçar a importância da família, como aconteceu em "Meu Malvado 3" (2017). Os Minions seguem com as vozes inconfundíveis de Pierre Coffin (original) e Guilherme Briggs (dublagem em português), para alegria dos fãs. Eles ganham mais espaço e superpoderes e confirmam que são a maior atração (ou pelo menos, a mais divertida) das cinco animações criadas pelos estúdios Illumination e Universal Pictures. 

Gru (novamente dublado por Steve Carell e em português por Leandro Hassum) e Lucy (vozes de Kristen Wiig e Maria Clara Gueiros) agora estão casados e são pais de Margô (Bruna Laynes), Edith (Ana Elena Bittencourt) e a caçula super fofa Agnes (Pamella Rodrigues). 


A novidade do quarto filme da franquia é o novo membro da família - Gru Jr.. Ele lembra muito o bebê Zezé, de "Os Incríveis 2" (2018), mas sem superpoderes. Seu único objetivo é atormentar o pai com suas travessuras. 

Depois de deixar de ser um supervilão, apesar de todas as tentações, Gru se torna agente da Liga Antivilões. Mas ele e sua família passam a ser perseguidos por um novo inimigo, Maxime Le Mal (Will Ferrell/Jorge Lucas) e sua namorada mulher-fatal Valentina (Sofia Vergara/Angélica Borges) que escapam da prisão. 


Maxime é bem caricato, atrapalhado em seus planos e ainda tem sotaque francês. Lembra outro antigo inimigo de Gru, Balthazar Bratt (que foi dublado por Evandro Mesquita no filme 3). Apesar de escolher se transformar em um bicho asqueroso, ele convence em ser o novo inimigo número 1 da família Gru. Além de serem obrigados a mudarem suas vidas e identidades, os Gru ainda vão conhecer Poppy (Joey King/Lorena Queiroz), uma vizinha adolescente que vai lhes trazer grandes problemas.

O diretor Chris Renaud, que acompanha a franquia desde o início, também apresenta no quarto filme do ex-vilão várias referências a filmes famosos de super-heróis, como Homem-Aranha, e relembra personagens das animações anteriores. Quem acompanha Gru e os Minions vai se lembrar, com certeza.


Como se não bastasse toda a ação e diversão, "Meu Malvado Favorito 4" ainda tem uma trilha sonora frenética, composta novamente por Heitor Pereira, responsável pelos outros filmes. Além de sucessos como "Through The Fire And Flames", do Dragonforce, "Sweet Child O’ Mine", do Guns N’ Roses, e a minha preferida, usada na cena mais marcante da animação, "Everybody Wants to Rule the World", da banda Tears For Fears.

Recomendo rever todas as animações da franquia, disponíveis no Telecine, Amazon Prime Video, Google Play e Apple TV. "Meu Malvado Favorito 4" está ainda mais divertido. Agora é pegar a pipoca e o refri (ou suquinho) e preparar para rir muito (e até se emocionar).


Ficha Técnica
Direção: Chris Renaud
Produção: Ilumination Entertainment e Universal Pictures
Distribuição: Universal Pictures
Duração: 1h34
País: EUA
Classificação: Livre
Gêneros: animação, comédia, aventura

01 julho 2024

Cine Theatro Brasil Vallourec exibe mostra especial de cinema em julho a preços populares

Seleção traz temáticas variadas, com duas sessões a cada segunda-feira (Fotos: Divulgação)


Da Redação


A edição de julho do projeto “Segunda no Cine” trará aos espectadores uma programação especial extensa de férias dentro da Mostra de Cinema Cine Theatro Brasil Vallourec. Serão exibidos dois filmes, todas as segundas-feiras, às 16h e às 19h30, com uma abordagem bem nostálgica. A produção é de Camila Lana e todas as exibições terão audiodescrição e estrutura para cadeirantes. 

A programação foi dividida em quatro temáticas: Diferentes modos de dizer “Era Uma Vez”; A Poética da Juventude; Pelo Olhar de John Hughes e Entender o Mundo Através dos Afetos. Entre os longas a serem apresentados estão clássicos como "Branca de Neve e os Sete Anões" (1937), "Curtindo a Vida Adoidado" (1986), "Os Incompreendidos" (1959), "Sociedade dos Poetas Mortos" (1989), dentre outros. 

"Sociedade dos Poetas Mortos"

As exibições acontecem no Teatro Câmara, com ingressos populares a R$ 10,00 a inteira e R$ 5,00 a meia. Ao final de cada exibição, um especialista ou cinéfilo convidado participa de uma sessão comentada e abre uma conversa com o público sobre aspectos temáticos e estilísticos referentes ao filme que acabaram de ver. 

De acordo com o curador do projeto "Segunda no Cine", Rodrigo Azevedo, são histórias que atravessam gerações. “São crônicas estéticas que nos conduzem a uma compreensão mais profunda das tensões e evoluções que moldam a percepção e os desafios do que é amadurecer no mundo que nos envolve”. 

"Conta Comigo"

Confira a programação completa:

01/07 - Sessão de abertura
19h - "Conta Comigo" ("Stand By Me") - 1986 (Rob Reiner)

08/07 - Temática: Diferentes modos de dizer “Era Uma Vez”
16h - "Branca de Neve e os Sete Anões" - ("Snow White and the Seven Dwarfs") - 1937 (William Cottrell, David Hand e Wilfred Jackson)
19h30 - "Moonrise Kingdom" - 2012 (Wes Anderson)

"Branca de Neve e os Sete Anões"

15/07 - Temática: A Poética da Juventude
16h - "Os Incompreendidos" - ("Les Quatre Cents Coups") - 1959 (François Truffaut)
19h30 - "As Vantagens de Ser Invisível" ("The Perks of Being a Wallflower") - 2012 (Stephen Chbosky)

22/07 - Temática: Pelo Olhar de John Hughes
16h - "Clube dos Cinco" ("The Breakfast Club") - 1985 (John Hughes)
19h30 - "Curtindo A Vida Adoidado" ("Ferris Bueller's Day Off") - 1986 (John Hughes)

29/07 - Temática: Entender o Mundo Através dos Afetos
16h - "Sociedade dos Poetas Mortos" ("Dead Poets Society") - 1989 (Peter Weir)
19h30 - "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho" - 2014 (Daniel Ribeiro)


"Hoje eu Quero Voltar Sozinho"

Serviço:
Ingressos:
R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Bilheteria: Av. Amazonas, 315 – Centro
Funcionamento: Seg – Sáb: 12:00 – 21:00 e Dom e feriados: 15:00 – 20:00. Horário especial nos feriados
Telefones: (31) 3201.5211 ou (31) 3243.1964
Informações:
https://www.cinetheatrobrasil.com.br/

20 junho 2024

"Divertida Mente 2" – as emoções estão mais intensas e divertidas

A sala de controle ganhou novos integrantes e a briga vai mudar completamente o comportamento de Riley (Fotos: Walt Disney Studios)


Maristela Bretas


Deixando a vergonha de lado e sem querer ser pretensiosa, precisei deixar minha ansiedade de lado para não contar antes da hora o quanto gostei de "Divertida Mente 2" ("Inside Out 2"). A animação entra hoje em cartaz nos cinemas trazendo Riley (Kensington Tallman, com dublagem de Isabella Guarnieri) de volta, com emoções à flor da pele, dignas de uma jovem entrando na puberdade. 

Quem já passou por isso sabe como os hormônios enlouquecem a gente. Antes a alegria e a raiva dividiam os sentimentos da menina com a tristeza e o medo. A agora pré-adolescente vai precisar aprender a controlar outras emoções, bem mais fortes e que vão mudar totalmente sua vida e suas relações. 


Se em "Divertida Mente" (dirigido por Pete Docter em 2015) as bolinhas coloridas da memória ganharam e perderam força à medida que Riley crescia e deixava a infância, agora o cérebro da nossa jovem vai dar um salto temporal com os novos sentimentos. 

Em especial a Ansiedade, que vai acompanhar a personagem por toda a sua vida. Como faz com todos nós. Identifiquei-me totalmente com esta figura descabelada de cor laranja, bem estressada e com muita energia.

Assim como na animação original, "Divertida Mente 2", sob a direção de Kelsey Mann, também provoca aquele cisco nos olhos que faz lágrimas escorrerem pelo rosto, mesmo que em menor quantidade que sua antecessora. 


O forte desta sequência é que ela nos fazer questionar relacionamentos e lembranças da infância, que as novas emoções insistem em apagar para que novas sejam criadas novas na puberdade. Mas será que precisamos mesmo esquecer o que vivemos de bom no passado para que o presente seja melhor? 

Na história, a central de controle ganha novos integrantes. Coordenada por Alegria (Amy Poehler, com dublagem de Miá Mello) desde os primeiros anos de vida de Riley, com a ajuda de Tristeza (Phyllis Smith/Katiuscia Canoro), Raiva (Lewis Black/Léo Jaime), Medo (Tony Hale/Otaviano Costa) e Nojinho (Liza Lapira/Dani Calabresa). 


A chegada de Ansiedade (Maya Hawke e a voz da superligada Tatá Werneck) e seus amigos Inveja (Ayo Edebiri/Gaby Milani), Tédio (Adèle Exarchopoulos/Eli Ferreira) e Vergonha (Paul Walter Hauser/Fernando Mendonça) vai deixar a jovem mais sensível. 

Riley, que está completando 13 anos, passa a terá reações novas, algumas até incontroláveis e violentas. O grupo conta também com a simpática Nostalgia (June Squibb/Sylvia Salustti), que sempre aparece antes da hora. 

Com a desculpa de que está querendo ajudar a jovem em seu amadurecimento e, ao mesmo tempo protegê-la do mundo, Ansiedade toma a sala de controle, afasta os antigos sentimentos e provoca uma tremenda crise emocional em Riley. Alegria agora terá de encontrar uma forma de fazer sua dona relembrar e recuperar suas emoções passadas. 


Os roteiristas Meg Le Fauve e Dave Holstein souberam explorar bem os novos personagens, com destaque para Ansiedade e Vergonha. A primeira vai disputar o comportamento de Riley com Alegria, levando a jovem a fazer coisas que no passado jamais faria. Ela é o sentimento mais comum na maioria dos seres humanos, em especial dos jovens de hoje. Já a segunda é uma figura grande, forte, mas extremamente tímida e doce, que terá importante papel na trama.

Com boas piadas, narrativa leve e de fácil compreensão, muita cor e personagens carismáticos, "Divertida Mente 2" tem tudo para alegrar e encantar as crianças pequenas. Mas serão os adultos, como acontece nas produções da Pixar, que irão se emocionar e entender melhor as mensagens da animação que amadureceu junto com Riley.


Ficha técnica
Direção: Kelsey Mann
Produção: Pixar Animation Studios, Walt Disney Studios
Distribuição: Walt Disney Pictures
Exibição: nos cinemas
Duração: 1h36
Classificação: Livre
País: EUA
Gêneros: animação, aventura, família, comédia

02 maio 2024

"Garfield Fora de Casa": uma aventura preguiçosa e despreocupada para curtir com pipoca

Animação apresenta um novo personagem que vai virar do avesso a vida do felino mais folgado e guloso do cinema (Fotos: Sony Pictures)


Maristela Bretas


Vinte anos depois do filme original, o gato mais folgado e esfomeado retorna à telona para apresentar uma pessoa importante de seu passado. O filme "Garfield Fora de Casa" já está nos cinemas para divertir as crianças e matar a saudade dos fãs.

Para quem acompanha a trajetória do felino laranja ele foi criado nos quadrinhos em 1978 por Jim Davis, mas somente em 2004, chegou aos cinemas em "Garfield - O Filme" (2004). Nos anos seguintes vieram outras versões: "Garfield 2" (2006); "Garfield Cai na Real" (2007); "A Festa de Garfield" (2008) e "Garfield - Um Super-Herói Animal" (2009), além dos desenhos animados.


Desta vez, Garfield (voz original de Chris Pratt, de "Jurassic World - Domínio" - 2022) terá um reencontro inesperado com seu pai Vic (Samuel L. Jackson, de "Argylle - O Superespião" - 2024), que há anos estava desaparecido. Ele é um gato de rua todo desengonçado que vai atrair o filho e seu fiel amigo Odie (Harvey Guillen, de "Besouro Azul" - 2023) para um assalto de alto risco, cheio da ação e aventura. 

Ao mesmo tempo em que Vic e Garfield são pai e filho na animação, o mesmo acontece na vida real com seus experientes dubladores brasileiros - Ricardo e Raphael Rossatto são pai e filho.


A história começa quando Garfield foi abandonado filhotinho pelo pai no meio da rua e conheceu aquele que se tornaria seu dono mais fiel e amoroso, Jon Arbuckle (Nicholas Hoult, de "Renfield - Dando Sangue Pelo Chefe" - 2023). 

Tempos depois, outro membro passaria a fazer parte da família - Odie. Garfield é um gato doméstico, que ama pizza, lasanha, pipoca e uma boa poltrona para ver seus vídeos. Usa e abusa de Jon e Odie, que fazem todas as suas vontades e, mesmo sem admitir, Garfield não consegue viver sem a dupla.

Na "roubada" em que são envolvidos por Vic, eles vão conhecer a grande vilã Jinx (Hannah Waddingham, de "O Dublê" - 2024) que vai criar situações bem perigosas e muito engraçadas para que o trio se dê mal, especialmente Vic. 


Odie ganha mais destaque, mesmo sem falar uma palavra. O cãozinho com cara fofa e bobona tem expressões engraçadas, faz planos mirabolantes que dão certo e mostra grande preocupação com o próximo. Ele inclusive influencia Garfield nesse ponto. A relação entre o felino laranja e Jon é bem retratada, mostrando o carinho que os une.

Na versão dublada para o português, além da dupla Rossatto, temos ainda Philippe Maia, que faz a voz de Jon; Marcus Eni é Odie; Taryn Szpilman é Jinx, e Duda Ribeiro, dublando o touro Otto, que na versão original é feita por Ving Rhames ("Missão Impossível - Acerto de Contas Parte 1" - 2023).


A história é simples e previsível, sem grandes surpresas ou reviravoltas. Os diálogos são comuns, bem direcionados para um público infantil, apesar de algumas cenas na fazenda mostrarem maus-tratos a animais. As piadas são previsíveis, mas conseguem arrancar algumas risadas. No entanto, o humor pode não agradar ao público adulto, exceto aos fãs. 

"Garfield Fora de Casa" apresenta algumas mensagens positivas sobre amizade, família e a importância de se contentar com o que se tem. É uma animação leve e despreocupada, ideal para entreter as crianças e assistir com um baldão de pipoca no colo. 


Ficha técnica:
Direção: Mark Dindal
Produção: Alcon Entertainment, Columbia Pictures, Double Negative, Wayfarer Studios, One Cool Group Limited
Distribuição: Sony Pictures
Exibição: nos cinemas
Duração: 1h41
Classificação: Livre
País: EUA
Gêneros: infantil, comédia

21 março 2024

"Kung Fu Panda 4": uma jornada espiritual divertida e familiar

O humor leve e contagiante da franquia está de volta, com piadas inteligentes e situações cômicas
(Fotos: DreamWorks Animation)


Maristela Bretas


Po agora precisa se tornar um Líder Espiritual do Vale da Paz, sabe-se lá como. Assim começa a história de "Kung Fu Panda 4", que estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Nosso simpático, desajeitado e faminto urso panda precisa cumprir seu destino, que começou em 2008 (animação disponível no Prime Video), quando não tinha habilidades, trabalhava na loja de macarrão do pai que o adotou e sonhava em se tornar um mestre de kung fu. 

Em 2011, foi treinado por grandes mestres do kung fu, derrotou perigosos vilões e se tornou o Dragão Guerreiro, o melhor dos melhores nas artes marciais. Mas foi em 2016 que ele buscou suas origens, reencontrou o pai e ajudou uma aldeia de pandas a enfrentar um malvado vilão. 

"Kung Fu Panda 2" está disponível no Prime Vídeo e Apple TV. Já terceiro filme pode ser assistido no Netflix, Prime Video, Telecine Fun, Apple TV, Youtube e Google Play Filmes.



A tarefa poderia ser simples, mas Po, além de precisar aprender como é ser um líder espiritual, ainda terá de escolher e treinar o novo Dragão Guerreiro.  No seu caminho, surge Zhen (voz original de Awkwafina) uma esperta raposa, cheia de marra e grande lutadora, mas nada confiável.

Para piorar, ele terá de enfrentar sua mais cruel inimiga, a Camaleoa (Viola Davis), uma réptil feiticeira com habilidades especiais, capaz de se transformar em qualquer bicho. Ela deseja o cajado da Sabedoria para trazer de volta todos os vilões que estão no reino espiritual. 

O humor leve e contagiante, marca registrada da franquia, está de volta, com piadas inteligentes e situações cômicas que divertem o público de todas as idades. 


As cenas de luta são coreografadas com maestria e beneficiam-se de uma nova tecnologia que coloca o espectador no centro da ação. A escolha de Zhen como discípula de Po traz uma nova dinâmica e frescor às sequências de combate. Além da inclusão de novos e trapalhados vilões, alguns até fofinhos (mas nem tanto), que tornam as cenas, como as brigas na taverna, mais divertidas.

Como não poderia deixar se ser, Jack Black volta a emprestar sua voz a Po, o mesmo acontecendo com Lúcio Mauro Filho na versão brasileira, e ambos entregam ótimas dublagens. Também de volta estão James Hong, como o Sr. Ping, Dustin Hoffman (Mestre Shifu), Bryan Cranston (Li Shan, pai de Po), Seth Rogen (Mestre Louva-deus) e Ian McShane, que fez a voz de Tai Lung no primeiro filme.


Na dublagem para português Danni Suzuki empresta a voz para Zhen, enquanto Taís Araújo, com um tom não muito convincente para uma vilã, interpreta a Camaleoa. Entre os dubladores profissionais estão Leonardo Camillo (Shifu), Alexandre Maguolo (Sr.Ping), Anderson Coutinho (Li Shan), Sérgio Fortuna (Tai Lung) e Paulo Vignolo (Han).

O filme reforça valores importantes como amizade, trabalho em equipe, autoconfiança e perseverança, de maneira sutil e natural. Em sua jornada para se tornar um líder espiritual, Po terá de buscar o equilíbrio interior e contar com a orientação do Mestre Shifu e de seus pais. 


Hans Zimmer é novamente um dos destaques compondo a trilha sonora, como fez nas outras três animações desta franquia da DreamWorks. As músicas são contagiantes e memoráveis, acompanhando perfeitamente a narrativa, inclusive nas cenas de lutas. 

A animação é de alto nível, com cores vibrantes e texturas realistas. O Vale da Paz e os novos cenários explorados são visualmente deslumbrantes.

Se você procura um filme para se divertir com a família, "Kung Fu Panda 4" é uma ótima opção, mesmo seguindo a narrativa de seus antecessores. As crianças vão adorar o humor e a ação, enquanto os adultos poderão apreciar a mensagem inspiradora e a qualidade técnica do filme.


Ficha técnica:
Direção:
Mike Mitchell
Produção: DreamWorks Animation
Distribuição: Universal Pictures Brasil
Exibição: nos cinemas
Duração: 1h34
Classificação: Livre
País: EUA
Gêneros: animação, comédia, ação

05 fevereiro 2024

“Wish - O Poder dos Desejos” homenageia 100 anos da Disney com uma história de sonhos

Asha é a jovem e determinada protagonista que luta para que as pessoas possam realizar seus desejos
(Fotos: Walt Disney)


Marcos Tadeu
Narrativa Cinematográfica


Desde a sua estreia nos cinemas no início deste ano, o longa “Wish: O Poder dos Desejos” deixou claro que foi criado para homenagear e reverenciar os 100 anos da Walt Disney Company (completados em 16 de outubro de 2023). A animação instiga o público a acreditar que é possível realizar seus desejos. 

Na história somos transportados para Rosas, um reino mágico comandado pelo Rei Magnífico, um feiticeiro responsável por guardar e realizar os desejos das pessoas. Mas só quando são de seu interesse e não provoquem revoluções ou questionamentos.


A voz original do rei feiticeiro é de Chris Pine, de "Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes" (2023), que também interpreta as músicas. Já a versão brasileira foi entregue a Raphael Rossatto, dublador do herói Peter Quill, de "Guardiões da Galáxia" (2014 a 2023) e Kristoff, de "Frozen" (2013 e 2020), que faz seu primeiro vilão.

Conhecemos Asha (voz de Ariana DeBose, do filme "Argylle - O Superespião" e dublagem de Luci Salutes), que tem a chance de se tornar aprendiz do feiticeiro, mas descobre que ele só quer acumular os desejos para si e não tem a intenção de realizar os sonhos da protagonista e das pessoas do reino.


São inúmeras as referências no longa a sucessos e personagens da Disney como Branca de Neve e o espelho mágico, Peter Pan, Sininho, Pinóquio, Meu Irmão Urso, Bambi, Procurando Nemo, A Bela e a Fera, Rapunzel, Pocahontas e dezenas de outros conhecidos.  

Até mesmo a música-tema dos filmes da Disney é lembrada, assim como o símbolo de abertura das animações do estúdio, com seus fogos. Tudo isso acontece dentro do Reino de Rosas, criando um show de easter eggs para os fãs das produções do centenário estúdio. 

Um ponto positivo, juntamente com a bela trilha sonora entregue a David Metzger, com canções compostas por Julia Michaels e Benjamin Rice. O álbum completo da trilha sonora de "Wish" em português já está nas principais plataformas de streaming pela Universal Music.


Os destaques vão para Asha, uma jovem negra e determinada de 17 anos, que luta para que os desejos cheguem às pessoas e que elas possam realizá-los. 

Em um momento de preocupação, ela faz um apaixonado pedido ao céu e é atendida por uma bola de energia ilimitada chamada de Estrela. Juntas elas vão enfrentar o rei feiticeiro, uma criatura gananciosa e agressiva cujo verdadeiro propósito é fazer com que tudo gire em torno dele.

Como em toda boa história da Disney temos a magia como destaque, tanto a encantadora quanto a ruim, a chamada "magia negra", que já foi tabu no Brasil anos atrás na casa do Mickey. Não contarei mais para que você fique ligado na história.


O que deixa a desejar é que nenhum animal coadjuvante de "Wish" tem o brilho ou carisma de outros criados pela Disney, como o macaquinho Abu ("Aladdin"), o alienígena Stitch ("Lilo & Stitch"), o pássaro Zazu ("Rei Leão"), ou o Grilo Falante ("Pinóquio").  

O personagem da nova animação, a cabra Valentino (voz de Alan Tudyk, com dublagem em português do humorista Marcelo Adnet) parece mais um alívio cômico do que um verdadeiro companheiro da protagonista.


“Wish: O Poder dos Desejos” é uma história que incentiva a sonhar. Foi lindo ver como a criançada viveu as reviravoltas em uma sessão cheia, com aplausos e gritos de satisfação. 

No entanto, a produção perde ao ser comparada a animações anteriores do estúdio e não é forte o suficiente para representar os 100 anos da Disney. De toda forma, vale a pena conferir.


Ficha técnica:
Direção: Chris Buck e Fawn Veerasunthorn
Produção: Walt Disney Animation Studios
Distribuição: Walt Disney Studios BR
Exibição: nos cinemas
Duração: 1h42
Classificação: Livre
País: EUA
Gêneros: fantasia, família, aventura

04 janeiro 2024

"Patos!" - Aventura emplumada com gosto de déjà-vu

Uma família decide fazer uma viagem que vai ensiná-la sobre diferenças, amizade, gratidão e as belezas e perigos do mundo (Fotos: Illumination/Universal Studios)


Silvana Monteiro
@SilMontheiro


Deixar a zona de conforto, mudança de vida, aventura inesperada, união, solidariedade e empatia são temas explorados na animação "Patos!" ("Migration"), a mais nova comédia de ação do estúdio Illumination, que estreia nesta quinta-feira (4) nas salas brasileiras. 

Nesta temporada de férias, a produtora, conhecida por produções infantis de sucesso como "Minions" (2015 e 2022), a franquia "Meu Malvado Favorito" (2010, 2013, 2017 e o quarto previsto para este ano), "Sing" (2016 e 2021) e "Pets - A Vida Secreta dos Bichos" (2016 e 2019), convida você a embarcar, com uma família cheia de penas, em uma viagem emocionantemente desbravadora, em busca de "novos ares".


A comédia de ação "Patos!" consegue entreter com seu humor peculiar, personagens diferentes e carismáticos, uma história envolvente e um elenco talentoso. Mas o longa acaba pecando ao repetir algumas abordagens já vistas em outros filmes que exploram a relação entre animais e humanos. 

Alguns pontos dão a sensação de déjà-vu. O roteiro assinado por Mike White, criador da premiada série "The White Lotus" (2021) e roteirista de "Escola de Rock" (2003), "Patos!" lembra um pouco a aventura vivida pela arara azul Blue e sua família em "Rio 2" (2014), de Carlos Saldanha. 


Na história, a família Lospatos vive reclusa em um ambiente selvagem, com aquelas típicas paisagens remotas e bucólicas, onde o perigo e a maldade só existem nas histórias contadas pelo pai. Tudo é muito lindo quando se trata da natureza do local. 

Porém, para os dois jovens patos integrantes desse grupo, questionar o pai é um exercício difícil. Ele mal bate as asas por querer apenas manter sua vida pacata, amedrontando a todos quanto aos riscos de mudar a asa de lugar. 


Enquanto o pai Mack está satisfeito em manter a segurança, flutuando incansavelmente em "seu lago" na Nova Inglaterra (EUA), a mãe Pam anseia por agitar as coisas e mostrar o mundo aos filhos, o adolescente Dax e a patinha Gwen. 

Quando um grupo de patos migratórios pousa no lago com histórias fascinantes de lugares distantes, Pam convence Mack a embarcar em uma viagem em família, passando por Nova York até chegar à tropical Jamaica, destino dos colegas turistas.


No entanto, seus planos bem elaborados logo começam a dar errado quando eles seguem na direção oposta aos patos selvagens durante o inverno. 

Essa experiência improvável levará a família Lospatos a expandir seus horizontes, conhecer novos amigos, aprender mais uns sobre os outros e sobre si mesmos de maneiras inesperadas e alcançar mais do que jamais imaginaram ser possível. 


Entre aprender voar a céu aberto e entre prédios de uma grande cidade, o grupo vai conhecer novas espécies de aves e viver desafios incríveis. 

O medo vai dar lugar à coragem e à união de forças, capazes de fazer a família enfrentar todo tipo de situação, desde um grupo de aves excluídas e em situação de rua até humanos criminosos.

A animação conta com um elenco de comédia de primeira linha, com vozes originais de Kumail Nanjiani ("Eternos" - 2021), no papel de Mack; Elizabeth Banks ("As Panteras" - 2019) como Pam; Danny DeVito ("Dumbo" - 2019), que dá voz ao pato ranzinza Tio Dan.

Temos ainda Awkwafina ("Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis" - 2021), a pomba Lelé; Carol Kane, como a garça Erin; Keegan Michael Key, voz de Delroy, um papagaio-da-jamaica, além de Caspar Jennings e a estreante Tresi Gasal, como os filhotes Dax e Gwen.


A dublagem profissional brasileira é encabeçada por Sérgio Stern (Mack), que fez a voz do hamster Norman, em "Pets - A Vida Secreta dos Bichos 2" (2019); Priscila Amorim (Pam), dubladora de grandes atrizes como Scarlett Johansson, Zoe Saldana, Natalie Portman, Anne Hathaway, entre outras; Sam Vileti (Dax) e Melinda Saide (Gwen). 

Completam o time, artistas da TV: Cláudia Raia (Erin), Ary Fontoura (Tio Dan), Danni Suzuki (Lelé) e o chef de cozinha Henrique Fogaça (Chef).

Vale à pena conferir essa aventura emplumada e refletir sobre os temas universais de família, amizade, empatia, solidariedade e descobertas pessoais. Tudo isso ao som de uma animada trilha sonora composta por John Powel.

"Patos!" é uma animação que pode agradar a espectadores de todas as idades e uma boa pedida para uma deliciosa reunião familiar na sala de cinema.


Ficha técnica:
Direção: Benjamin Renner e Guylo Homsy
Roteiro: Mike White e Benjamin Renner
Produção: Illumination Entertainment e Universal Pictures
Distribuição: Universal Pictures
Exibição: nos cinemas
Duração: 1h22
Classificação: Livre
País: EUA
Gêneros: comédia, ação, animação, aventura, família

18 outubro 2023

"Trolls 3 - Juntos Novamente" revela passado de personagens sem deixar a diversão de lado

Terceiro filme da franquia reúne, após 20 anos, a banda ‘N Sync e Justin Timberlake (Fotos: DreamWorks Animation)


Eduardo Jr.


As criaturinhas coloridas de cabelos arrepiados que vivem para cantar, dançar e abraçar estão de volta! O filme “Trolls 3 - Juntos Novamente” ("Trolls Band Together") estreia nesta quinta-feira (19), distribuído pela Universal Pictures. Este é o terceiro longa da franquia, que segue sob a direção do americano Walt Dohrn e tem produção musical executiva de Justin Timberlake. 

A direção pode até ser a mesma, mas a animação dá um passo adiante em relação aos dois anteriores. A amizade entre Poppy e Tronco (dublados no Brasil por Jullie e Hugo Bonemer) evoluiu e os protagonistas agora são namorados. 

Além disso, o filme revela histórias do passado dos trolls, enquanto eles partem para salvar um conterrâneo que foi sequestrado. A sequência também tem como novidade a participação de Larissa Manoela, interpretando a personagem Viva, uma troll muito carismática e alegre. Confira o vídeo de nossos dubladores clicando aqui.


Diferente de "Trolls 1 e 2", este não começa com a tradicional animação stop-motion com bonecos de feltro. As cenas iniciais mostram Tronco sozinho, ouvindo um disco de vinil de uma boy band. Ali começa a se revelar o passado desconhecido do mais pragmático dos trolls. 

Aliás, a banda é só uma das várias homenagens e referências contidas no filme - que, assim como outras animações, dialoga com as crianças e também com os adultos. Ao longo de uma hora e meia, o público encontra um texto moderno, com algumas piadinhas bem colocadas, pautas contemporâneas e, claro, aventura. 


Outro alicerce do filme é a música. Aí se apresenta algo metalinguístico: as personagens principais receberam, na versão norte-americana, as vozes de Anna Kendrick (“Amor Sem Escalas”, 2009) e Justin Timberlake (“O Preço do Amanhã”, 2011). 

Assim como Tronco vai atrás de sua antiga boy band - a BroZone, Justin Timberlake trouxe de volta o grupo que o projetou ao estrelato, o ‘N Sync - que se reuniu após 20 anos para gravar o single inédito “Better Place” (já disponível nas plataformas de áudio), usado no filme. 


"Trolls" é uma franquia que vem se estabelecendo pela qualidade. Não só por levar a assinatura da DreamWorks, mas porque emplaca grandes sucessos. O primeiro filme, do ano de 2016, tinha entre as faixas a música “Can’t Stop the Feeling!”, que ganhou um Grammy e indicação ao Oscar. O segundo longa deu à canção “The Other Side”, parceria de Timberlake com Sza, indicação ao American Music Award. 

Agora, em “Trolls 3 - Juntos Novamente”, além de “Better Place”, a faixa “It Takes Two” (que reuniu Camila Cabello, Anna Kendrick, Justin Timberlake, Eric Andre, Daveed Diggs, e Kid Cudi) chega com credenciais de peso. Mas, se nenhuma das faixas agradar ao público, o medley usado no filme, que juntou 'N Sync com Bee Gees, já vale o ingresso do cinema só pela criatividade. A trilha sonora, produzida pela RCA Records, já está disponível nas principais plataformas musicais. Confira aqui



Alguns podem achar que a história de “Trolls 3” é menos potente que a do segundo filme. No entanto, as cores e texturas são impecáveis. Há momentos em que o traço dos desenhos muda e descansa o olhar do espectador. E os resgates situam quem não assistiu aos anteriores. 

Essa soma de fatores faz o longa figurar nas prateleiras de cima do ranking das animações. Mas cravar se o melhor filme é o segundo ou o terceiro, fica a cargo do espectador. Inclusive, espectadores, vocês podem esperar sentados enquanto subirem as letrinhas, porque tem cena pós-crédito. Fica a dica!  


Ficha técnica:
Direção: Walt Dohrn
Produção: DreamWorks Animation, Universal Studios
Distribuição: Universal Pictures
Exibição: nos cinemas
Duração: 1h30
Classificação: Livre
País: EUA
Gêneros: animação, aventura, comédia, família

28 agosto 2023

As Tartarugas Ninja voltam às telas atualizada com menções a memes e TikTok

Animação é uma versão que tenta dialogar com as novas gerações (Fotos: Paramount Pictures)


Eduardo Jr.    


Quem viveu os anos 1980 e 1990 certamente ouviu falar ou se divertiu com as aventuras de Leonardo, Donatello, Raphael e Michelangelo. Agora, uma nova animação tenta refrescar um dos desenhos mais populares do século passado. 

Com distribuição da Paramount e da Nickelodeon, “As Tartarugas Ninja - Caos Mutante” ("Teenage Mutant Ninja Turtles: Mutant Mayhem"), do diretor Jeff Rowe, estreia nos cinemas nesta quinta-feira (31). Para apresentar - e atualizar - a história do quarteto mutante às novas gerações, o longa vem recheado de referências pop. 


As quatro tartarugas adolescentes vivem nos esgotos com seu pai, Splinter, um homem-rato, que impede que os filhos se aproximem dos humanos para não serem maltratados e ordenhados por eles (sim, ordenhados). A única permissão é sair para “fazer as compras da casa”. 

Mas como adolescentes criam suas próprias regras, as tartarugas fazem da sua obrigação um ‘rolê’ animado, ao som de hip-hop e filmagens com celular. Em uma das escapadas para a superfície se metem em uma aventura que se transforma em missão para salvar Nova Iorque. 


A animação de Rowe traz algumas modificações em relação aos desenhos orginais. A começar pela presença de April O’Neil, que era uma jornalista ruiva, e agora é uma estudante negra aspirante a jornalista. 

O inimigo do grupo de heróis também é outro. E não há menção à organização ninja Clã do Pé, como havia na versão de 1980. 

Aqui, o pai e mestre Splinter aprendeu artes marciais em filmes e vídeos (fazer o quê, né, se as novas gerações aprendem tudo no YouTube, por que não vamos engolir essa?). 

Aliás, o nome do homem-rato é pouco mencionado na trama. Corre o risco de os mais jovens saírem do cinema sem nem lembrar qual o nome do pai das tartarugas ninja.   


O termo ‘mutante’ é a deixa para observarmos uma semelhança entre este filme e a consagrada franquia X-Men. Assim como os personagens da Marvel, as tartarugas também enfrentam outros mutantes e batalham para serem aceitas entre os humanos. 

As semelhanças não param por aí. O traço dos personagens se parece com rascunhos de desenhos, lembrando o estilo utilizado em “Homem Aranha no Aranhaverso” (2018). Fica claro que há na proposta estética uma intenção de suavizar os heróis, enquanto o vilão é poluído, com traços mais grosseiros. 


Ainda assim, a obra derrapa nos gráficos em certos momentos. A mistura de traços imperfeitos somada à agilidade das cenas de ação pode deixar o espectador sem captar um detalhe ou outro do que passou na tela. 

A apresentação de alguns personagens também fica a desejar. A vilã Cynthia Utrom aparece na trama, mas não se sabe de onde ela veio ou qual a sua motivação. 

Situação similar a do vilão Supermosca, que não tem sua origem bem explicada. Resta ao espectador aguardar por uma continuação para ter as respostas (e esperar também as cenas pós-crédito, porque TEM). 


O longa acerta na abordagem da cultura pop, na discussão de pautas como bullying e preconceito, e no vocabulário dos personagens. Uma curiosidade interessante é que as vozes das tartarugas são de atores adolescentes, o que confere maior fidelidade ao que está sendo dito. 

A produção tem como roteiristas Seth Rogen e Evan Goldberg, que já criaram juntos vários roteiros de comédias, como "A Entrevista" (2014), "Vizinhos 2" (2016), e "Festa da Salsicha (2016). A dupla também produtora executiva do terror "Toc Toc Toc - Ecos do Além", que estreia nesta quinta-feira (31) nos cinemas.

No geral, o resgate de um desenho considerado clássico por alguns consegue divertir, explora a graça da adolescência, mas “As Tartarugas Ninja - Caos Mutante” poderia ser mais bem trabalhado.


Ficha técnica:
Direção: Jeff Rowe
Produção: Paramount Pictures
Exibição: nos cinemas
Duração: 2h19
Classificação: livre
País: EUA
Gêneros: animação, comédia, aventura, ação